SEREIAS, A HISTÓRIA DE UM MITO
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Educação, Geografia E Historia, Realismo Fantástico, Antigo, Civilização, Medieval
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Sinopse

Hesíodo descreveu o canto das sereias como florescendo com flores, e diz que sua voz acalmava os ventos.

Seus nomes seriam Aglaiopheme ('voz clara') e Thelxiepeia ('voz mágica').

Apolodoro diz que elas eram as filhas do deus-rio Aquelois e da musa Terpsícore. Alguns disseram que surgiram do sangue que fugiu dele quando seu chifre foi arrancado por Hércules.

Sófocles as chama de filhas de Phorcys.

Ao contrário do processo usual, a parte travessa do caráter das sereias ou sirenes foi, com o passar do tempo, deixado de fora, e elas foram consideradas seres puramente musicais, com vozes fascinantes. Daí Platão, em sua 'República', coloca uma delas em cada lado das oito esferas celestes, onde suas vozes formam o que é chamado de música das esferas; e quando os lacedemônios invadiram a Ática, Dionísio, é dito, apareceu em um sonho para seu general, ordenando que ele pagasse todas as honras fúnebres à nova sereia, que foi imediatamente entendido como Sófocles, que havia morrido.

Eventualmente, no entanto, os artistas seguraram as sirenes e forneceram-lhes penas, pés, asas e caudas de pássaros.

A maioria das autoridades é de opinião de que elas eram três. “Fulgentius e Servius afirmam”, diz Boccaccio, “que as sereias eram três; uma delas cantando sozinha, outra com a lira, e uma terceira tocando flauta. “Leôncio, no entanto”, continua ele, “diz que eram quatro, e que a quarta cantava para o timbrel”. Em outro lugar, ele as traz até cinco.

As sirenes, então, são mais particularmente tomadas por três irmãs, monstruosas em figura, mas encantadoras no rosto e na voz, que costumava ser ouvida em algum lugar perto da costa de Nápoles, e com sedutoras canções atraíam os viajantes à destruição. Diz-se que algumas vítimas pereceram por falta de comida, sofrendo e morrendo longe, incapazes de fazer nada além de ouvir; outros, que as três irmãs os devoraram; outros, que pularam de seus navios. Todo o lugar estava espalhado com ossos, e brilhava ao longe com a brancura, como penhascos; e ainda nem isso, nem suas figuras monstruosas, visíveis com a aproximação dos barcos, impediam os homens apaixonados pelo carinho em seus rostos e sons doces, de chegarem mais perto, até deslizarem de cabeça na armadilha.

Na Idade Média, os autores tiveram um evidente prazer em citar todos os exemplos de uma reunião com uma sereia, ou, para usar a palavra então popular, uma Sirene.

No Peloponeso, Teodoro de Gaza afirma que viu várias sirenes naufragadas (por assim dizer) na costa. Uma delas ele recolocou na água, e imediatamente ela fugiu.

Jorge de Trebizonda viu ao longe no mar uma mulher emergir da água até a cintura, mergulhando de brincadeira nos intervalos.

Julius Scaliger ouviu dois dos servos epirenses de seu pai declararem que cada um deles teve a boa ou rara fortuna de conhecer um tritão; e o mesmo foi dito por outro homem, Constantinus Paloeoeapus.

Valerio Tesiro, natural de Valência, informou ao referido Scaliger que um tritão que tinha sido capturado na Espanha, foi jogado de volta em seu elemento nativo durante a oração de um embaixador.

Gyllius afirma que na Dalmácia “homens marinhos” foram capturados, com uma pele tão dura que as solas dos mais grossos sapatos foram feitas disso.

Shakespeare registra a exibição de um “peixe estranho”, o que foi a maravilha dos londrinos em seu tempo. Ele representa Autolycus dizendo: - “Aqui está outra balada de um peixe que apareceu na quarta-feira, oito de abril, acima da água, e cantou uma balada para os duros corações. Achava-se que ela era uma mulher, e foi transformada em um peixe frio, pois ela não se entregou a alguém que a amava.”

Características
Número de páginas 37
Edição 1 (2021)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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