SOBRE VINHO
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Métodos, Bebidas, Relacionamento Conjugal, Poesia, Culinária
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Sinopse

Existe uma forma correta e errada de pegar num copo de vinho? Sim. Para além das regras de etiqueta no que toca à forma como se deve pegar e segurar um copo de vinho, este gesto, se for feito da forma errada, pode influenciar a temperatura, o aroma e a textura do vinho.

A tradição manda…

Tradicionalmente, o vinho é servido num copo alto com pé, para que este possa ser pegado e segurado precisamente por esta haste ou então pela base do mesmo, mas nunca pelo copo em si. O copo tem funções específicas consoante o vinho que é nele servido e daí a necessidade de nunca segurar um copo de vinho pela parte superior. No caso do vinho tinto, o seu copo apresenta uma haste fina e um formato largo e arredondado que permite a “respiração” do vinho. No caso do vinho branco, o seu copo apresenta uma haste fina e longa, e um formato oval e estreito que permite conservar a frescura do vinho.

Certo e errado

O vinho é extremamente delicado e, quando servido à temperatura certa, é importante mantê-la assim de forma a prolongar o momento de prova e degustação. Por isso mesmo, recomenda-se que um copo de vinho nunca seja segurado pela sua parte superior, ou seja, de forma que as mãos estejam fechadas precisamente em torno do vinho. O calor que é transmitido das mãos através do vidro vai naturalmente aquecer o vinho – para além de este não ser o objetivo (o vinho deve ser sempre servido à sua temperatura ideal), o aquecimento pode ainda adulterar o aroma e a textura do próprio vinho. Pelos mesmos motivos, deve ainda evitar fechar completamente a mão em torno do pé do copo. A forma mais correta de segurar num copo de vinho é através da colocação do dedo indicador e do polegar no fundo do pé. Se não lhe parecer prático ou se o copo parecer muito pesado, certifique-se que este não esteja demasiado cheio – idealmente, um copo de vinho só deve estar entre 1/3 e 1/4 cheio.

Regras de etiqueta

A forma correta de pegar e segurar num copo de vinho também está relacionada com as regras de etiqueta, nomeadamente no que toca à degustação do vinho, especialmente quando estas decorrem numa prova de vinhos. Tal como manda a etiqueta, segurar num copo de vinho pelo fundo do seu pé permite a observação do próprio vinho, nomeadamente as suas características em termos de cor, espessura e limpidez; para além de permitir uma suave agitação do líquido, que é normalmente feito com gestos circulares. A apreciação visual do vinho é apenas uma das fases da degustação do vinho e se não segurar no copo pelo seu pé, o mais certo é encher o copo com dedadas que, para além de ser inestético, dificulta a própria apreciação visual. Ainda em termos de etiqueta, pegar num copo de vinho pelo pé é ainda recomendado por outro motivo: na hora do brinde, o som emitido por um copo que é segurado pelo pé é muito mais agradável.

Copos com pé, copos sem pé

Atualmente, existem muitos modelos de copos de vinho modernos, que deixaram de ter a tradicional haste, ou seja, como segurar corretamente num copo de vinho sem pé? Neste caso, e pelas mesmas razões acima referidas, é desaconselhado pegar no copo de vinho pela sua base, correndo-se o risco de sobreaquecer e alterar o vinho. Se for servido vinho num copo sem pé, deve segurá-lo diretamente acima de onde estiver o vinho, evitando assim o contato das mãos com o próprio vinho.

Características
ISBN 9781089972457
Número de páginas 85
Edição 1 (2019)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Colorido
Tipo de papel Polen
Fale com o autor
EVAN DO CARMO

Evan do Carmo, Nascido na Paraíba em (29/04/64) é poeta, escritor, romancista, jornalista, músico, filósofo e crítico literário. Fundou e dirigiu o jornal Fakos Universitário. Criou em 2009 a revista Leitura e Crítica. Tem 22 livros publicados, sua obra está disponível em 12 países, (um livro editado em inglês. (O Moralista) Entre outros estão: O Fel e o Mel, Heresia poética, Elogio à Loucura de Nietzsche, Licença Poética, Labirinto Emocional, Presunção, O Cadafalso, Dente de Aço, Alma Mediana, e Língua de Fogo. Participou também com muitos contos em antologias. Foi um dos vencedores do concurso Machado de Assis do SESC DF de 2005. Em 2007 foi jurado na categoria contos do concurso Gente de Talento 2007 promovido pela Caixa Econômica Federal, ao lado de Marcelino Freire. Em 2012 criou e editou até 2015, os Jornais: Correio Brasília, Jornal de Vicente Pires, Jornal de Taguatinga e o Jornal do Gama. Evan do Carmo é estudioso da obra de José Saramago, em 2015 publicou o livro Ensaio Sobre a Loucura, e o livro Reflexões de Saramago, momentos antes de sua morte, o livro nos oferece um panorama perfeito na voz do próprio Saramago em forma de ficção ensaísta, sobre a obra do Nobel Português. Em 2016 criou a Editora do Carmo e o projeto Dez Poetas e Eu, onde já publicou 100 poetas, e o livro Um Brinde à Poesia, uma obra de coautoria com outros poetas contemporâneos.

Como editor realizou o sonho de mais de 500 autores, a maioria autores sem recursos, que não podiam publicar suas obras, entre muitos autores carentes estão dezenas de poetas e escritores africanos, de Angola e Moçambique.

Palestras e oficinas literárias (61) 981188607

Nome do link: evandocarmo.com

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