Guerras se passaram, o tempo tentou esquecê-lo, e no entanto ele continua aqui, sendo lido, debatido, sublinhado e questionado. Isso não acontece por acaso. Acontece porque as perguntas que ele carrega são aquelas que todo ser humano, mais cedo ou mais tarde, faz a si mesmo no escuro: quem sou eu? O que acontece quando isso tudo acabar? Existe alguma justiça por trás do que parece não ter nenhuma? Kardec não pregou. Ele perguntou, ouviu, organizou, questionou de novo, e de novo. E o resultado não foi um dogma, foi um convite a pensar.
Essa obra enfrenta as questões mais profundas da história da humanidade. Agora reimaginadas em português brasileiro moderno. O mesmo convite a pensar, mas sem a barreira do vocabulário antigo.
| Número de páginas | 430 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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