A vida tem uma gramática. Ela não foi escrita por nós e não depende da nossa concordância.
Quem ignora a gramática de uma língua não deixa de falar. Ele fala, ninguém entende, e depois de algum tempo conclui que aquele povo é fechado e que com ele nada dá certo. A ideia de que existia uma regra, e de que ela estava disponível para quem quisesse aprender, não chega a lhe ocorrer.
Este livro é um estudo dessa gramática.
São as vinte e duas Leis da Vida, do Mentalismo à Verdade, percorridas uma a uma em 540 páginas. Cada capítulo segue o mesmo desenho: o enunciado da lei, de onde ela vem — com a tradição citada pelo nome, a obra e a passagem —, a reflexão sobre o que ela pede de quem a leva a sério, o lugar dela entre as vizinhas e, por fim, o desalinho e o alinhamento: como o orgulho resiste àquela lei e que virtudes, sempre em combinação, fazem a pessoa funcionar dentro dela.
As leis bebem de três linhagens. A tradição sapiencial, que as formulou antes de existir laboratório: o hermetismo, as Upanixades, o budismo, o Tao, os estoicos, as Escrituras. A ciência, que confirmou várias delas no seu próprio terreno. E a física moderna, de onde algumas tomam as suas imagens mais fortes. A essas três o livro acrescenta o espiritismo de Allan Kardec.
Um capítulo final lê as leis juntas, porque nenhuma situação da vida mexe com uma lei só. E ao fim de cada capítulo há algumas perguntas sem gabarito, para procurar a lei no único lugar em que ela pode ser verificada: a própria vida.
| ISBN | 978-65-266-8663-8 |
| Número de páginas | 540 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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