A ideia (mais de imaginação do que a vontade de escrever) de dizer algumas palavras escritas sobre as minhas experiências e vivências, pelas quais eu passei no Parque Indígena do Xingu – MT (PQXIN), é como entrar numa máquina do tempo e calibrá-la numa data em que tudo começou – depois dos 60 anos você fica ‘brincando’ de historiador de si mesmo (neste ponto eu deixo as explicações para a psicanálise e seus psicanalistas competentes).
Há mais de duas décadas eu comecei uma experiência diferente na minha vida funcional e trabalhista; não imaginava que eu experimentaria ou teria oportunidade de estar num lugar diferente do que aquele que eu bem conheço da minha rotina usual: casa> trabalho> casa> (rua)> trabalho.
| Número de páginas | 93 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Espiral c/ acetato |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Couche 150g |
| Idioma | Português |
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