Aqui, meu amor, me desnudo e me entrego, nesses versos meio loucos, entre candeeiros, flores ideias, luzes, e vetores que trazem à tona emoções variadas, imagens abstratas de ventos e incêndios, de mares bravios e rios calmos..., sensações opostas que sentimos tanto lá fora quanto dentro de nós. É como se um desfibrilador tentasse organizar as batidas agitadas dos nossos corações em [des]compasso...
Ou talvez, seja um eletrocardiograma, desenhando em linhas ritmadas as emoções que vivem nas fibras do nosso ser, num pergaminho em branco. Nessas linhas, estão escritos os nossos sonhos, tantos e tão diferentes...
Encurralados e silenciados pelas emoções que não conseguimos conter, ecoando pelos tempos que passamos juntos e separados, onde a distância acaba sendo o que nos conecta – Brasil e Além-mar..., disseste-me um dia..., com outras palavras...,
destino...
que às vezes nos separa...,
e ao mesmo tempo nos une.
| Número de páginas | 100 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Quadrado (200x200) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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