Seis desconhecidos recebem o mesmo artigo sobre liberdade, pertencimento e responsabilidade. O que parecia apenas mais um texto de opinião transforma-se em um encontro inesperado numa biblioteca municipal, quando todos descobrem, na última página, uma pergunta manuscrita: “Qual fato faria você mudar de opinião?”. A partir daí, Sebastião, Helena, Augusto, Ana Clara, Miguel e Lívia passam a confrontar certezas, memórias, documentos, argumentos e silêncios. Ninguém está ali para vencer um debate. O desafio é mais difícil: aprender a distinguir fato, interpretação, lembrança, evidência e convicção.
Ao longo da narrativa, cada personagem conserva sua dignidade intelectual, inclusive quando erra, hesita ou precisa reformular o que pensava saber. O livro acompanha o nascimento de um método de convivência: nenhuma afirmação importante deve ser tratada como fato sem que alguém possa mostrar de onde ela veio. Assim, a liberdade deixa de ser apenas palavra e passa a exigir responsabilidade, escuta, verificação e coragem para corrigir a própria frase.
Mais do que um romance sobre política, esta é uma história sobre consciência, pertencimento e a difícil arte de permanecer livre diante das próprias certezas.
Junto com o livro, o leitor recebe um Tradutor Universal para 60 idiomas, ampliando o acesso à obra e permitindo que suas perguntas atravessem fronteiras, culturas e línguas.
Uma leitura que não diz ao leitor o que pensar, mas torna mais difícil continuar pensando sem verificar.
| Número de páginas | 445 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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