O melhor presente para o professor realmente presente.
Você entra na sala. Quarenta olhos. Quarenta corpos. Quarenta histórias que você não tem tempo de ouvir. O sistema exige eficiência. A eficiência quer números, não gente. E você, entre a prova que corrige e o aluno que some, escolhe: cúmplice ou resistência?
Este não é um livro de autoajuda. Vai lhe fazer duvidar do sistema que te desacreditou. Nasceu de conversas às três da manhã em grupos de professores, de café frio em intervalo de dez minutos e de risada no corredor. É manual de quem está no fogo.
Fabio Batalha, lusobrasileiro com trinta anos na educação, traduz cinco pilares ancestrais — Kuidá, Diálogo, Liberdade Criativa, Autoria Narrativa, Problematização — em ações práticas para furar a fábrica de robôs que a escola se tornou. Como usar a IA sem ser substituído por ela. Como avaliar com rigor para a aprendizagem. Como olhar sem adoecer.
Com Tião Rocha, Braz Nogueira, José Pacheco e milhares de professores invisíveis como interlocutores, este livro é uma porta aberta para quem ainda acredita que educar é mais do que depositar conteúdo. É sobrevivência. É ética. É, talvez, a única coisa que separa você de ser substituído por uma máquina ou pela IA.
| ISBN | 978-65-266-7074-3 |
| Número de páginas | 108 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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