Este livro propõe uma travessia urgente: como defender a autonomia docente quando algoritmos decidem quem aprende, quem evade e quem é visível? Kuidá não é um manual de ferramentas digitais. É um manifesto de soberania pedagógica para a era da inteligência artificial.
A partir de Paulo Freire, Boaventura de Sousa Santos, Edgardo Lander e saberes originários como Ubuntu, Suma Qamaña e Teko Porã, o autor constrói uma arquitetura teórica para compreender a necropolítica digital nas universidades e escolas. Os cinco pilares da Educação Digital Humanizada — Cuidado, Diálogo, Liberdade Criativa, Autoria Narrativa e Problematização — oferecem caminhos concretos para recusar a colonialidade tecnológica sem recusar a tecnologia.
Escrito em tom performático e acadêmico acessível, Kuidá dialoga com neurociências, ética do cuidado e crítica decolonial para formar professores e gestores capazes de decidir quais máquinas entram em suas salas — e sob quais condições. É para quem ensina no ensino superior, na escola básica e na formação de professores. É para quem acredita que educação que liberta não pode ser mercadoria de luxo nem produto de plataforma.
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| Número de páginas | 205 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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