A Comédia da Justiça – Zânio e os Princípios que Não Mudam
Ao longo da história, sociedades tentaram organizar o mundo por meio de leis e códigos concebidos como definitivos. Com o tempo, porém, essas estruturas revelam contradições, excessos e limites. Este livro parte dessa constatação para observar a justiça não como instituição intocável, mas como expressão humana sujeita a erros, vaidades e encenações.
Zânio, consciência que atravessa eras, acompanha tribunais, legisladores e sistemas jurídicos com ironia controlada e rigor filosófico. Ele não julga nem propõe reformas; revela padrões. Ao revisitar julgamentos históricos, costumes jurídicos e debates filosóficos, a obra mostra como normas frequentemente se transformam em rituais formais, distantes dos princípios que afirmam proteger.
Filósofos como Sócrates, Aristóteles, Cícero, Kant e Tomás de Aquino surgem confrontados com a prática cotidiana das leis, assim como líderes modernos e dilemas contemporâneos. A narrativa evidencia que a tensão entre norma e consciência atravessa séculos, assumindo apenas novas formas.
Mais do que crítica jurídica ou sátira histórica, o livro propõe um deslocamento de perspectiva: a justiça como espelho da consciência humana. Ao final, permanece a ideia central de que leis mudam e sistemas se reorganizam, mas é a consciência — individual e coletiva — que sustenta qualquer possibilidade real de justiça.
| Número de páginas | 251 |
| Edição | 2 (2025) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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