Versão futurista de A Insustentável Leveza do Ser
Em uma Praga neon-distópica de 2074, onde a consciência pode ser armazenada na nuvem e o corpo é apenas um hardware descartável, a "leveza" não é mais um conceito metafísico, mas uma configuração de largura de banda.
Nesta releitura futurista, a obra de Daisy Aguinaga não apenas transpõe a narrativa de Milan Kundera para um cenário cyberpunk, mas realiza uma cirurgia filosófica sobre o que restou do "ser" na era da informação total. Enquanto Kundera, em 1984, explorava a leveza como uma fuga do peso sufocante do totalitarismo comunista, a Daisy Aguinaga de 2024 (e de 2074) identifica um novo tipo de tirania: a do algoritmo e da transparência absoluta.
| Número de páginas | 30 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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