Este livro é um espelho desconfortável. Ele reflete o que muitos veem, mas poucos ousam nomear: a capacidade que o sistema jurídico tem de produzir sofrimento, exclusão e violência — não por meio de atos escancaradamente ilegais, mas por decisões revestidas de legalidade, proferidas por pessoas que se consideram corretas, éticas e bem-intencionadas.
A Maldade Jurídica de Gente Boa não é um ataque a indivíduos, mas uma crítica estrutural. Ele questiona como a cultura jurídica brasileira — marcada por formalismos, hierarquias e uma fé cega na autoridade — permite que a injustiça se normalize.
Como juízes, promotores, advogados e professores, muitas vezes sem perceber, tornam-se agentes de práticas que negam direitos, silenciam vozes e perpetuam desigualdades.
Ao longo dos capítulos, o leitor encontrará análises de decisões judiciais, reflexões filosóficas, provocações doutrinárias e relatos de situações reais que ilustram como a “bondade” aparente pode esconder uma crueldade institucionalizada.
O livro propõe um olhar ético e crítico sobre o Direito, desafiando a ideia de que basta seguir a lei para ser justo.
Esta obra é um convite à coragem: de pensar, de questionar, de resistir. Porque, no fim das contas, o que está em jogo não é apenas a integridade do sistema jurídico — é a dignidade das pessoas que ele deveria proteger.
| ISBN | 9786501781662 |
| Número de páginas | 296 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.