Por que, em uma era definida pela incerteza, escolhemos sonhar com impérios galácticos e naves estelares? Este livro oferece respostas para conhecer e entender o fenômeno cultural mais persistente do nosso tempo. Mais do que uma simples história da ficção científica, este livro realiza uma profunda arqueologia do imaginário, descobrindo como a Ópera Espacial se tornou verdadeira mitologia da modernidade, predominante no século XXI. Descubra como táticas navais do século XVIII moldaram as batalhas de Star Wars, como a teologia invadiu a inteligência artificial e por que nossas naves são, na verdade, catedrais tecnológicas desenhadas para domesticar o infinito. Em um texto de fluidez envolvente, que une o rigor da pesquisa acadêmica ao prazer do ensaio literário, o autor guia o leitor por uma jornada fascinante que vai das revistas pulp de papel barato às complexidades filosóficas de "O Problema dos Três Corpos", à nostalgia utópica soviética e à Ópera Espacial Japonesa. Flash Gordon, Star Trek, Encouraçado Espacial Yamato, Star Wars, Duna… Indispensável para fãs do gênero, estudiosos de cultura pop e filósofos e sociólogos, este livro demonstra que a Ópera Espacial nunca foi sobre prever o futuro — mas sobre entender quem somos nós, hoje, para nós mesmos. Prepare-se para olhar para o céu com outros olhos.
| Número de páginas | 981 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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