A ideia para A Voz Que Mora em Nós nasceu de uma constatação simples, mas avassaladora: mesmo quando o mundo ao redor se cala, nós nunca estamos verdadeiramente sozinhos. Há sempre uma conversa em andamento.
Percebi que passamos a vida inteira obedecendo a um narrador interno, muitas vezes cruel, sem nunca questionar sua origem. De onde vêm essas palavras? Por que nos tratamos com uma dureza que jamais usaríamos com um amigo? Mergulhei em décadas de pesquisa em psicologia e neurociência, mas senti que faltava uma ponte entre a ciência fria e a experiência humana crua.
Este livro é essa ponte. Nasceu da necessidade de traduzir conceitos complexos sobre a mente em um abraço literário. É sobre descobrir que a voz que nos sabota não é a nossa essência, mas um eco de dores passadas e mecanismos de defesa.
Escrevi esta obra para quem está exausto de travar guerras silenciosas contra si mesmo. Para lembrar que o diálogo interno não precisa ser uma sentença, mas pode se tornar o nosso maior aliado. A história por trás deste livro é a história de todos nós: a jornada de parar de fugir da própria mente e aprender, finalmente, a habitá-la em paz.
| Número de páginas | 112 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 150g |
| Idioma | Português |
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