Amor pelos fracos:

Tudo que gosto é do sexo e da cerveja.

Por Breno Ferreira Da Silva

Código do livro: 564356

Categorias

Psicológico, Ficção Científica, American, Literatura Nacional, Ficção, Drama

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Sinopse

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"Se importava, acaso, de ser usado como um brinquedo sexual por aquela maluca? √ďbvio que n√£o, e at√© amava isso; achava que tinha algum fetiche em ser s√≥ o recipiente que recebia aquele fogo l√≠quido que fazia corroer tudo que era previamente conhecido."

Micaela tem uma forte atração por homens que, geralmente, são rejeitados pela maioria das mulheres. E o seu fetiche está aí, em dominar os inexperientes, os fracassados. Ela chega a dizer que odeia homens fortes.

Diz também que Plínio, o nosso absurdo personagem, é o mais fraco dentre todos os homens que ela conheceu. O que o torna uma preciosidade para ela.

"Você não sabe como é a experiência de sempre fazer tudo como se fosse a primeira vez."

Características

N√ļmero de p√°ginas 5
Edição 1 (2022)
Idioma Português

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Fale com o autor

Breno Ferreira Da Silva

Nascido e criado em Tapiramutá, no interior da Bahia, Breno Ferreira Da Silva nasceu aos 11 de setembro de 2001. Completou o Ensino Médio em 2019, e segue escrevendo/publicando de forma independente.

Começou escrevendo poesias em 2017, quando tinha 16 anos, e publicou a primeira de suas obras em 2018, que tem por título Insígnia Poética.

Sua escrita sofreu in√ļmeras transforma√ß√Ķes conforme foi escrevendo mais e ganhando experi√™ncias. Partindo desde uma linha sentimental e politicamente inconformada para um negativismo liter√°rio e um realismo cruel. Seus contos revelam, como ele mesmo faz quest√£o de frisar, "a desgra√ßa do homem".

Seus escritos sofrem influ√™ncia de v√°rios autores que teve contato. Admirador de livros cl√°ssicos, econ√īmicos e pol√≠ticos, faz quest√£o de realizar provoca√ß√Ķes e ironias √°cidas em cada par√°grafo de suas obras.

Para ele, a literatura significa um agente importante na transformação social. Não um meio de vida, como um emprego. Apesar das recompensas monetárias, cada escritor carrega o peso de uma geração e de sua época. Como foi com Machado de Assis, Aluísio de Azevedo, Bernardo Guimarães, Nelson Rodrigues e tantos outros.

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