Jugo Desigual

Os opostos se atraem para a destruição mútua.

Por Breno Ferreira Da Silva

Código do livro: 564336

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Caribeanho E Latino Americano, Antologias, American, Literatura Nacional, Ficção e Romance, Drama

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Sinopse

Luiz Amargo é um homem comum, um ser sem propósitos maiores, exceto viver. Um homem sem aspirações grandiosas, como conhecer o exterior e outras culturas. Apesar de que diga o oposto. É que esse safardana, é hipócrita e também malandro.

E é até possível dizer que seja um medíocre, mais um.

Mas para contrariar nossos pensamentos, ele mostra sua obsessão, ou como prefere chamar: amor, por Catarina, uma mulher que não o ama e que se deleita na esbórnia.

Uma amante, e amante também das artes. Que esconde muitos mistérios, porém que abunda em sedução.

Luiz Amargo a ama, e é conduzido pelas suas emoções ao escrever estas lazarentas memórias. Pede desculpas por primeiro apresentar a volúpia em lugar do romantismo – o que alega ser um mal já da modernidade; já que as pessoas só se lembram de como se conheceram, após memorarem a primeira noite de sexo.

Amargo é bem amargo, rígido, irônico, cínico e mordaz ao descrever a saga de sensações que sente, após frisar o momento da traição que sofrera.

E numa noite, conta-nos, que, vendo o rotineiro costume dum amante de Catarina, apanhou uma arma e decidiu se vingar.

22 páginas,

Literatura Brasileira.

Características

Número de páginas 24
Edição 1 (2021)
Idioma Português

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Fale com o autor

Breno Ferreira Da Silva

Nascido e criado em Tapiramutá, no interior da Bahia, Breno Ferreira Da Silva nasceu aos 11 de setembro de 2001. Completou o Ensino Médio em 2019, e segue escrevendo/publicando de forma independente.

Começou escrevendo poesias em 2017, quando tinha 16 anos, e publicou a primeira de suas obras em 2018, que tem por título Insígnia Poética.

Sua escrita sofreu inúmeras transformações conforme foi escrevendo mais e ganhando experiências. Partindo desde uma linha sentimental e politicamente inconformada para um negativismo literário e um realismo cruel. Seus contos revelam, como ele mesmo faz questão de frisar, "a desgraça do homem".

Seus escritos sofrem influência de vários autores que teve contato. Admirador de livros clássicos, econômicos e políticos, faz questão de realizar provocações e ironias ácidas em cada parágrafo de suas obras.

Para ele, a literatura significa um agente importante na transformação social. Não um meio de vida, como um emprego. Apesar das recompensas monetárias, cada escritor carrega o peso de uma geração e de sua época. Como foi com Machado de Assis, Aluísio de Azevedo, Bernardo Guimarães, Nelson Rodrigues e tantos outros.

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