Café
O trem do progresso em Bragança Paulista
Código do livro: 373212
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Historiografia, Costumos E Tradição, Américas, Geografia E Historia, Desenvolvimento Humano, Ciências Humanas E Sociais
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Sinopse

O desenvolvimento gerado pelo café, nos séculos XIX e XX, em Bragança Paulista e região- Teatro, telefone, estrada de ferro, clubes, etc.

O café foi o fator de maior desenvolvimento econômico em Bragança, antes dele a cidade era um lugarejo ermo, que vivia da passagem para Minas Gerais e produzia poucos alimentos para a capital paulista.

Em 1822 é plantado o primeiro pé da café na cidade, mas as grandes plantações só ocorrem a partir da segunda metade do século XIX e, nessa época começa o desenvolvimento.

Famílias como as Ferreira Cintra e Siqueira, entre outras, estão na vanguarda do desenvolvimento.

É importante lembrar que nessa época a escravidão já chegava ao fim pois leis Lei Eusébio de Queirós (1850 - A lei n. 581, estabeleceu medidas para a repressão do tráfico de africanos no Império.), Lei dos Ventre Livre (1871) e a Lei dos Sexagenários (1885), dificultavam cada vez mais esse modelo de economia, que jamais deveria ter existido.

É a partir de 1850 que o café começa a dar lucros e os grandes fazendeiros passam a viajar pela Europa, para fechar negócios, voltando de lá com ideias novas, na área cultural e na produção. Para eles o trabalho escravo era pouco produtivo, caro, pois as leis acima dificultam a compra de escravos, o que encarece e por lógica se torna mais viável a mão de obra contratada e paga. Chegam os primeiros imigrantes para suprir a mão de obra, italianos e espanhóis, mas ainda poucos, caros e sem qualquer conhecimento.

Pela necessidade de uma mão de obra mais qualificada, os fazendeiros passam a patrocinar clubes de escravos, sociedades italianas e espanhola de socorro mútuo e clubes de literatura.

Ávidos para terem aqui o mesmo ar cultural que viam na Europa, constroem o Teatro Carlos Gomes, patrocinam bandas, e compram um prédio para o Clube Literário, mas a área que mais investem, por necessidade de facilitar o escoamento da produção é a Estrada de Ferro Bragantina, logo a seguir, a eletricidade, a telefonia e escolas para a população.

São muitas as obras relacionadas aos lucros do café, Santa Casa, Asilo, Aeroclube e até os anos de 1950 o café é presente no desenvolvimento da cidade.

Nova Era

Muitas décadas se passaram após o auge da produção cafeeira. O produto que deu ao Estado de São Paulo o início de sua riqueza e se tornou a principal comódite brasileira, depois de um período em segundo plano na economia, ensaiava timidamente sua volta ao cenário econômico.

A ideia de se criar uma associação de cafeicultores, futura ACBP, surgiu em uma conversa entre três pequenos cafeicultores preocupados em achar uma saída para melhorar a rentabilidade de sua atividade. Dada a valorização das terras no Estado, o café produzido pelo pequeno produtor com pouca área de produção não permite escala satisfatória para o mercado de comódites.

Dessa realidade e da insatisfação de pequenos produtores, surge a busca de como retomar a atividade numa época de mercado ávido por cafés diferenciados e em um patamar de preços satisfatório criando como solução a entrada no mercado de cafés especiais.

Características
ISBN 979-85-650-0785-5
Número de páginas 86
Edição 1 (2021)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura s/ orelha
Coloração Colorido
Tipo de papel Couche 150g

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Fale com o autor
A. Sonsin

Natural de Bragança Paulista - Fotógrafo e jornalista.

Formação em psicologia e direito.

Atuação política, esquerda, na luta por sociedade justa.

Entre seus livros destacam-se Hollywood, um romance biográfico baseado na vida de Olympio Guilherme, grande personagem até então desconhecido. 1918, cartas de um casal de Senigállia, Itália, durante a 1° Guerra Mundial. Akakor, ficção cientifica baseada em histórias do início do século XX, com o envolvimento de Percy Fawcett, o personagem que inspirou Indiana Jones. Rainhas da Noite, o submundo do crime organizado e prostituição. 36 Horas, a vida pessoal de um cidadão comum, partindo de uma frase de Mussolini. O Pastor, os bastidores da fé. A Culpa É do Sexo, histórias engraçadas, colocadas na linguagem de grandes escritores, como conversas imaginárias. Cuba, o último reduto da liberdade, contra o imperialismo. Terra do Amanhã, uma revolução no campo. Conversa de Botequim, contos a respeito de situações cotidianas, que se tornam papo de boteco. Minhas Vidas Virtuais, histórias retiradas de chats, dos primórdios da internet. Depois dos 4, contos de uma criança do interior, entre quatro e onze anos. Todos com um fundo humorístico. Terra e Sangue conta a história de famílias expulsas da terra no início da construção da Rodovia Transamazônica e Hominem são as canções de minha vida.

-Faltou o Café, sua cultura e o que ele representou ao país, do pondo de vista dos plantadores da minha região.

São ao todo 30 livros publicados até aqui, e grande parte pode ser encontrada nos mercados virtuais, entre eles, www.clubedeautores.com.br.

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