Deseducação
Da Teleologia À Deriva
Código do livro: 388346
Categorias
Educação, Ciências Humanas E Sociais
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Sinopse

Um poderoso engodo tem logrado entranhar-se profundamente na cultura contemporânea. Em seu nome templos são construídos, doutrinas desfraldadas, rituais executados e catecismos elaborados. Sua liturgia a todos engloba; é visto como privilégio e bênção. Ele, e não outro, é o caminho, segundo seu próprio evangelho, da verdade e da vida, pelo menos para este mundo. Educação, eis o seu nome!

Equivocadamente, aquilo que chamamos de educação costuma reduzir-se às práticas de ensino, aprendizagem e vivências escolares, moldadas pelas necessidades de acumulação do capital, de sua sustentação e de sua reprodutibilidade. Transpassar a concepção da educação como uma forma do capital dar cabo de todos os desejos das pessoas e apontar para a colonização desse desejo pelo mapeamento estratégico do mercado é uma das necessidades apontadas por esta obra, propondo que saiamos da domesticação conceitual e comportamental, donde o conceito de deseducar, e partamos rumo ao exame dos limites e poderes da educação.

Porque a educação, da forma como a conhecemos e a praticamos, frente aos objetivos desejados (entre tantos e tão vagos, o célebre transformar o mundo num lugar justo e economicamente mais equânime), é um processo admitido como bem-intencionado, insuspeito mas mentiroso quanto aos seus fins? Por que ela não pode dar conta dessa tarefa e, mais importante, porque acreditamos tanto que ela é capaz de mudar o mundo? Por que, em suma, é conveniente valorizar e pensar a educação, sobretudo ela, como meio de transformação da sociedade?

A resposta a estas perguntas não estão dadas e prontas e cabe a todos nós, especialmente aqueles que vivem da faina da educação, pensarmos o que pensamos que é a educação e qual seu lugar e sentido no mundo. A esse chamado e convite não apenas professores são convidados mas todos aqueles que se importam e se relacionam de alguma forma com a educação.

Características
ISBN 9786599131837
Número de páginas 203
Edição 1 (2021)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g

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Ednael Morais

Dizer o que somos é confessar nossa ficção. Dizer nossa ficção é precisar acreditar nela para então poder ser o que ela não. Entre o eu sou e o que não sou se abriga o desejo de ser tudo ao mesmo tempo que confessa a pobreza do nome a que me limito. O ser do humano não é, mas flui, sendo antes um não ser que se faz ser ao mesmo tempo em que se esvai. Independente do real, precisamos de um nome para nos inaugurar a existência para nós e para os outros, uma vez que é na linguagem que nos localizamos. Assim, sou Ednael, resido em Brasília, onde ensino História no Distrito Federal. Formado pela Universidade do Estado da Bahia – Campus IV – Jacobina, com Especialização em Ensino de História pelo Instituto Pró Saber, sou professor desde 2010 e, antes de ser professor na capital federal, atuei em Várzea Nova, Jacobina e Piritiba, todos municípios baianos. Essa é minha atividade pública do que dizem que sou com o discurso que me autorizei a acreditar e para o qual sou legitimado pelo Estado. Ainda, sou psicanalista em formação, poeta e escritor e, sempre que posso, me deixo possuir pelo teatro, a quem muito devo. No mais, ao sequioso que insiste em mais da minha pessoa, darei menos, mas o todo, e talvez mais, se o curioso sabe intuir: Ednael nasceu, ama a chuva e vai morrer!

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