Uma montadora de automóveis que lucra mais com sua divisão de crédito ao consumidor do que com a venda de carros. Uma empresa de tecnologia que gasta mais em recompra das próprias ações do que em pesquisa e desenvolvimento. Um trabalhador que dedica parcela crescente de sua renda a juros de cartão de crédito, financiamento imobiliário e crédito consignado. Este volume da série Tópicos de Economia Política Internacional reconstrói o conceito de financeirização, categoria que descreve a importância crescente de atividades, motivações e atores financeiros na operação da economia, para além do simples crescimento do setor bancário. O livro percorre a busca por uma definição precisa iniciada por Greta Krippner, a hipótese da instabilidade financeira de Hyman Minsky, a tradição francesa da mundialização financeira de François Chesnais, a leitura marxista de Duménil e Lévy sobre a restauração do poder do capital financeiro, a financeirização da própria empresa não financeira descrita por Lazonick e O'Sullivan, e a expropriação financeira de Costas Lapavitsas. Na perspectiva crítica, testa a categoria contra a crise de 2008, as fintechs, os criptoativos e a economia de dados.
| ISBN | 9798189547515 |
| Número de páginas | 163 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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