Em 1908, um punhado de investigadores sem nome, sem arma e sem prestígio foi criado, quase às escondidas, dentro do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Um século depois, essa mesma agência — o Federal Bureau of Investigation — havia se tornado um dos símbolos mais reconhecíveis, mais temidos e mais contestados de poder estatal do planeta.
G-Men: A História Não Oficial do FBI reconstrói essa trajetória através de reportagem investigativa: da fragmentação policial que tornava a América vulnerável a criminosos itinerantes, passando pela era dos gângsteres que deu origem ao apelido que batiza este livro, pelos quase cinquenta anos de J. Edgar Hoover no comando, pelos abusos documentados de vigilância política contra Martin Luther King Jr., até a moderna ciberdivisão que rastreia criminosos através de blockchain e servidores em múltiplos continentes.
Este não é um retrato apologético nem um libelo de acusação. É uma tentativa de mostrar, com rigor factual e checagem de fontes primárias, como a mesma estrutura institucional produziu, simultaneamente, alguns dos maiores sucessos investigativos da história moderna e alguns dos episódios mais sombrios de abuso de poder já documentados por uma democracia sobre seus próprios cidadãos — e porque, apesar de tudo isso, o FBI continua sendo estudado como modelo por policias de todo o mundo.
| ISBN | 9786502243886 |
| Número de páginas | 183 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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