A história do Serviço Social no Brasil demonstra que a profissão avançou quando abandonou as amarras do assistencialismo moral e assumiu um compromisso de classe ao lado dos sujeitos de direitos.
O percurso que une o bairro Cambota, os conselhos municipais (CMDCA e CMAS), a crise estrutural da Santa Casa de Valença e a trincheira jurídica contra o fechamento do curso na UNIFAA desenha a identidade do profissional técnico-científico que hoje se apresenta.
Longe de ser um executor passivo ou um técnico neutro, reafirmo meu compromisso com uma atuação fundamentada no método crítico-dialético.
A busca pela garantia de direitos não é um favor ou uma concessão; é um campo de batalha diário contra a "mão deficiente" de um Estado e de instituições que jejuam para o povo, mas que encontram na organização, na resistência jurídica e na práxis do Serviço Social a barreira necessária para que a justiça social prevaleça.
| Número de páginas | 198 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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