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JOSUÉ - FILHO DE NUM
GUERREIRO DE DEUS
Categorias
Religião, Teologia, Bíblia, Não Ficção
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Sinopse

JOSUÉ - Filho de Num

GUERREIRO DE DEUS

CAPÍTULO – 1

Não te deixarei, nem te desampararei!

Josué tornou-se mais conhecido como o sucessor de Moisés, através da liderança do povo de Israel, sem dúvida, Josué se transformou em um dos personagens mais interessantes da história de toda a Bíblia.

A história desse personagem tem muito a nos ensinar. Josué foi um servo exemplar de Deus, como líder foi um excelente comandante; foi considerado ainda um herói da fé que, diante de uma marcante trajetória, através de inúmeras vitórias e conquistas.

Portanto, passaremos a analisar traços de sua vida e de sua obra, a fim de poder extrair lições exemplares para nossas vidas.

Veremos que Josué confiava plenamente em Deus, por isso, o tornou muito destacado em meio a uma geração tão desobediente; pois, diante de tal obediência, Deus o escolheu para ser pastor do povo de Israel, e conduzi-los até Canaã, isto é, à conquista da terra prometida. Na verdade, se temos o desejo de agradar a Deus, a fim de ter uma vida cristã com qualidade e vitoriosa, devemos, pois, seguir o exemplo do comandante e sacerdote Josué. “Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei”. (Josué 1.5)

Josué, filho de Num, da tribo de Efraim

O ano é 1.405 a.C., quando seu povo ainda era escravo, Josué, nasceu no Egito, ali, em (Êxodo 1.12-14), ele cresceu alimentando a esperança de que, nalgum dia, o Deus de seus antepassados os colocaria em liberdade da tirania opressora do terrível Faraó. Ainda muito moço teve o privilégio de ver este sonho ser realizado. Josué presenciou e participou de todos os acontecimentos (milagres) relacionados ao Êxodo.

Por outro lado, ele aparece de forma mais surpreendente na primeira batalha que Israel precisou travar, quando teve que enfrentar num local chamado Refidim, os Amalequitas, os quais eram um grupo tribal de nômades ferozes e vorazes.

Durante esse conflito, Moisés, que no monte era apoiado por Arão e Hur, intercedia insistentemente a Deus e, ininterruptamente, pelo povo, porquanto, Josué liderava o exército de Israel e combatia os inimigos no vale. E como resultado, Josué derrotou completamente os o exército dos Amalequitas. (Êxodo 17.8-16)

Este é o primeiro registro bíblico sobre Josué. Durante a caminhada pelo deserto, Josué logo se tornou o assistente imediato de Moisés, com quem este aprendeu a amar e obedecer a Deus, de modo leal e fiel. Josué foi ainda o único que foi autorizado a subir com Moisés ao Monte Sinai, para receber os dez mandamentos. (Êxodo 24.13; 32.17)

Na Tenda da Aliança, enquanto Moisés conversava com Deus, para repassar os mandamentos ao povo, Josué que ainda era jovem ficava à porta, montando guarda (Êxodo 33.11). Na verdade, todo este tempo de proximidade e convivência que Josué teve com Moisés foi de extrema importância para a formação do seu caráter, portanto, Josué aprendeu a esperar no Senhor e nos anos que se seguiram, a paciência e a mansidão de Moisés certamente que também foi acrescentado ao seu valor pessoal.

Moisés envia doze espias para expiar a terra

Quando foi escolhido um membro de cada uma das doze tribos para espiar a terra de Canaã, Josué foi o eleito da tribo de Efraim. Por outro lado, seu nome ainda não era Josué, mas, sim, Oséias. (Números 13.8)

Moisés, portanto, direcionado pelo Espírito de Deus foi quem mudou o nome de Oséias – o qual significa “salvação” – para Josué – que significa “Iavé é a Salvação” (Números 13.16). Sendo assim, o que Moisés fez não foi propriamente, uma troca de nomes, mas um acréscimo ao nome. Ele apenas acrescentou o nome do Deus da aliança (Yahweh) ao nome Oséias. E dessa forma, Moisés estava lhe ensinando uma importante lição: como sua dependência e sua esperança depositada em Deus, vitórias seriam alcançadas.

Através do poder de Deus, inimigos dos mais diversos e poderosos tombariam por terra, cidades fortificadas seriam derrotadas e conquistadas. A entrega pela prática de tal atitude através da confiança em Deus é vista claramente em Josué, quando ele e mais onze homens foram enviados para andar (inspecionar e examinar) não apenas a terra, mas também todo o povo de Canaã. Passado quarenta dias de reconhecimento, os espias retornaram e relataram todo o relatório de que a terra realmente era muito boa, que manava leite e mel; porém, dez deles vieram bastante desanimados e contaminados de pessimismo, quanto à conquista de todo aquele território, porque, dez deles alegavam que os seus habitantes eram mais fortes (gigantes) de que os israelitas e aconselhava o povo à desistência: Portanto, foi desastroso, quando, diante dos filhos de Israel, começaram a infamar a terra da qual haviam espiado. (Números 13.32a)

Eles disseram que a terra pelo meio da qual passaram a espiar era terra que devorava os seus moradores; e que todo o povo que viram nela eram homens de grande estatura (Números 13.32b). Então, apenas Josué e seu irmão, compatriota Calebe, em um gesto de fé e ousadia, insistiram em confiar em Deus para aquela conquista.

O certo é que, o povo deu mais crédito em acreditar no relatório dos medrosos; pelo que se revoltou o povo contra Moisés e Arão. Essa revolta foi de tamanha proporção entre os israelitas que se discutiu até a possível escolha de um comandante que os levasse de volta ao Egito.

Uma nuvem de incredulidade e de incerteza surgiu entre eles que não mais queriam seguir o comando de Moisés.

Por outro lado, diante daquele motim, Moisés se prostrou perante Deus em oração, e Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dois dos líderes que também haviam espionado toda a extensão daquela terra, rasgaram as suas vestes em sinal de vergonha e de tristeza perante Deus e o povo. (Números 14.6)

Em contra-partida, Josué e Calebe fizeram um discurso inflamado e de proporções contundentes, onde instava os israelitas a confiarem nas promessas, e na vitória de Deus: “Tão somente não sejais rebeldes contra o Senhor, e não temais o povo dessa terra, porquanto, são eles nosso pão; retirou-se deles o seu amparo, e o Senhor é conosco; não os temais”. (Números 14.9)

Porém, o povo não lhes deu ouvido. Se não fosse a manifestação e a pronta intervenção da glória de Deus, na tenda da congregação, os dois teriam sido violentamente apedrejados, pela multidão.

Deus reagiu a isso tudo com muito furor; então, receberam a sentença por parte do Senhor, quando declarou que nenhum homem daquela geração que saíra do Egito entraria na terra da promessa, exceto Josué e Calebe. O Senhor declarou ainda que, toda aquela geração deveria peregrinar pelo deserto, durante quarenta anos, isto é, um ano para cada dia que passaram a espiar aquela terra. (Números 14.26-35)

Por outro lado, passado algum tempo depois, quando Moisés estava já prestes a descer à sepultura, preocupando-se com a continuação da liderança do povo, pediu a Deus um sucessor, pelo que, o Senhor escolheu Josué. “Então disse o Senhor a Moisés: Toma a Josué, filho de Num – homem em quem há o Espírito, e impõe a tua mão sobre ele. E apresenta-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação, e dá-lhe as tuas ordens na presença deles. E põe sobre ele da tua glória, para que lhe obedeça toda a congregação dos filhos de Israel”. (Números 27.18-20)

Assim, quando Moisés impôs as mãos sobre Josué, ele estaria lhe concedendo autoridade e lhe transferindo responsabilidades, perante todo o povo e o Senhor. Depois disto, Deus pediu a Moisés que levasse Josué ao sacerdote Eleazer e a toda a comunidade e o comissionasse, agora, na presença de todos eles; e desse-lhe parte da sua autoridade para que toda a comunidade de Israel lhe obedecesse e seguisse. Portanto, de igual modo como Deus ordenou a Moisés, ele obedeceu, e através de ato solene e público, Moisés investiu Josué com autoridade sobre todo o povo, como sendo seu sucessor. Assim, após a morte de Moisés, assumiu Josué, a grande, porém, não menos desafiadora tarefa de conquistar toda a terra prometida, a terra de Canaã.

Quando ocorreu parte desses fatos, talvez Josué tivesse, provavelmente, perto de 70 anos de idade. Quanto se lê o primeiro capítulo do livro de Josué, tem-se a sensação de que, a partida de Moisés, todo o povo fora tomado de muita tristeza, de muita comoção, e de muito desânimo. Provavelmente, até mesmo Josué tenha se deixado abater pela perda do amigo e líder. O servo do Senhor havia partido, mas havia muita coisa para se fazer. Mas, Deus, então, disse a Josué: “Moisés, meu servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel”. (Josué 1.2)

O certo é que, Aquela missão não seria nada fácil, porém, como Deus o havia falado Josué não estaria sozinho. Deus lhe garantiu o mais importante, a Sua presença pessoal, isto é, uma presença constante, dizendo: “Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei”. (Josué 1.5)

Será que você já ouviu dizer que a presença de Deus é a melhor das bênçãos que alguém pode receber, porque, ela inclui as outras. Nada pode mais inspirar as pessoas de que a promessa e a garantia da presença de Deus. Assim, toda ocasião em que a batalha é complexa e de grande proporção, o Senhor dos Exércitos faz questão de proclamar àqueles que são chamados da garantia da Sua presença (Êxodo 3.12; Jeremias 1.8; Mateus 28.29), sem essa garantia não reino, nação, povo ou homem que possa ser bem-sucedido.

Essas palavras encorajadoras de Deus continuam a ecoar, até aos dias de hoje, nas mentes e corações humanos. “Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei. Esforça-te, e tem bom ânimo; porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria.... Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares”. (Josué 1.5-6,9)

Na verdade, em qualquer missão o cristão deve estar atento e vigilante; embora que a missão de Josué fosse conquistar a terra de Canaã, ele deveria estar o tempo todo atento à lei do Senhor. O livro da Lei do Senhor era uma peça importante que deveria ser, não apenas estudado, mas, meditado, cumprido em sua extensão e ensinado por Josué a todo o povo: “Tão somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu Servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares. Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem-sucedido”. (Josué 1.7-8)

Quando olhamos para a história de Josué, é de nos arrepiar, mas podemos observar que ele cumpriu todas as ordenanças e o mandamento do Senhor. A relação desse líder com a Palavra de Deus era de extremo temor, confiança e obediência, e tão certo era que este fora o mistério das vitórias de Josué sobre os seus inimigos.

Apesar da manifestação comprovada do Poder de Deus, Josué ainda assim, não desfrutava lá da completa confiança do povo de Israel. Talvez, ainda era necessário provar por ‘A’ e mais ‘B’, de que Deus estava com ele, e o primeiro teste foi logo durante a travessia do rio Jordão (Josué 3.1). Seguindo a orientação divina, Josué colocou todos os sacerdotes para seguirem à frente do povo, mas, junto com a Arca da Aliança, que representava Deus adiante do Seu povo, isto é, preparando o caminho. Para espanto de todos, aconteceu que, quando os sacerdotes tocaram os pés nas águas do rio Jordão, elas se partiram em duas linhas laterais, formando uma grande barreira de contenção à direita e à esquerda, e todo Israel, a pé enxuto, atravessou o Jordão, e deu-se assim, a entrada do povo na terra prometida. Naquele mesmo dia o Senhor exaltou Josué, diante de todo o Israel; e eles o respeitavam enquanto ele viveu de igual modo, como tinham respeitado Moisés. (Josué 4.14)

Agora, havia outro desafio para Josué, era a conquista da fortificada cidade de Jericó, com suas imponentes e enormes muralhas. Esta cidade de Jericó dos tempos de Josué se destacava pela sua grande importância, pelo seu tamanho, pela sua riqueza, e pela espantosa beleza arquitetônica, mas era também o empecilho número um, quando da entrada dos israelitas na terra prometida. Sem sombra de dúvidas, aquela batalha estava totalmente além de todas as possibilidades humanas disponíveis. Mas Josué precisava de ajuda, e ele buscou essa ajuda em Deus. Então, o Senhor dos Exércitos, declarou a Josué, como deviria ser a organização de toda a estratégia do seu exército para tomar Jericó. Josué, estrategista militar e com experiência, assustou-se, diante das orientações que o Senhor Deus lhe havia passado para montar o ataque: a cidade devia ser rodeada ao longo das muralhas, os sacerdotes deveriam tocar as trombetas, e unidos, todos deveriam soltar gritos! Seria isso possível? No entanto, Josué não ponderou, pois, aprendeu a confiar e a obedecer; acatou toda a ordem de Deus, e as cumpriu, e para surpresa geral, todos puderam contemplar um grande milagre acontecer naquele dia: as muralhas que eram como fortaleza intransponível ruiu e Israel saiu vitorioso daquela batalha.

A conquista da pequena cidade de AI

Aquela batalha parecia ser a mais fácil de todas, a ponto de nem precisar consultar ao Senhor Deus de Israel. Assim, Israel, menosprezando ao inimigo, ordenou, então, Josué enviar tão somente três mil homens para aquela batalha, isto é, menos de dez (10%) por cento do que podia ser enviado. Diante dos fatos acima relatados, qual foi o resultado daquela batalha? Ora, naquele dia, a derrota foi humilhante; pois, vários israelitas perderam suas vidas em combate com um inimigo tão inferior em todas as áreas. (Josué 7.3-5)

Agora, bastante entristecido e não entendendo aquele episódio, Josué orou ao Senhor, buscando entender e achar respostas àquele fracasso, e o Senhor, para sua surpresa, mostrou-lhe a causa: havia, pois, pecado no meio do povo de Israel, (Josué 7.11). Um homem chamado Acã, na primeira batalha contra Jericó, havia desobedecido à ordem divina e apoderou-se de despojos, indevidamente, como objetos de valor. Então, no vale Acor, Acã e toda a sua família, sendo descobertos e confessos da prática rebelde, foram mortas e queimadas com todos os seus pertences, inclusive, com os despojos roubados.

Logo após o incidente, mais uma vez, Josué e seu exército invadiram a cidade de AI e, através de uma excelente estratégia militar, a batalha foi vencida facilmente. Foram vários os confrontos e as batalhas travadas, porém, grande conquista alcançou o povo de Israel. Contudo, “todas essas conquistas de Israel foram sempre pelo poder do Alto, e não pelo próprio poder ou habilidade do povo”. Ao final das muitas batalhas, Josué, já em adiantado estado de velhice, reúne todo o povo de Deus, em Siló, ali, ele estabelece o santuário nacional e faz a divisão oficial de toda a terra com as tribos de Israel. Por outro lado, o Senhor declara a todo o povo: “Ainda resta muita terra para conquistar” (Josué 13.1). Esta declaração divina implica dizer que o processo histórico de conquista de Canaã foi muito mais complexo do que aparentemente se pode imaginar. Toda a caminhada ainda era longa, mas prosseguia em avançando, rumo à vitória. A conquista completa e o povoamento dessas terras dependiam únicos, exclusivamente, da total iniciativa de cada tribo em particular, bem como na fé do Deus de Israel. Então, Josué, resolveu aconselhar o povo a ser fiel na presença e na ausência de Deus, de modo a poder herdar todo o restante das terras, e ainda alertou ao povo sobre a ira do Senhor, caso desobedecessem aos seus estatutos e mandamentos. Josué era o pastor daquele povo (Números 27.17) e, enquanto esteve ao seu alcance, sempre exortou ao povo a se manter firme diante do Senhor. A última ação de fé e de natureza pública de Josué encontra-se nos (Cap. 23 e 24), quando ele, então, reuniu todas as tribos em Siquém, o propósito era o de fazer uma renovação da Aliança com o Senhor Deus de Israel, portanto, naquele momento, todos já possuíam suas terras e muitos deles, agora, estavam esquecidos e se afastavam de Deus. Josué trabalhou para que os israelitas fizessem memória de tudo quanto o Senhor havia feito por eles, bem como de todas as promessas feitas aos seus antepassados, as quais estavam se cumprindo em suas vidas. Portanto, era necessário que eles tomassem uma decisão, isto é, “Escolher ao Senhor, O único Deus vivo, ou aos outros deuses pagãos”. Estes, porém, foram os últimos conselhos de Josué, pelo que, consistia no emocionante desafio de escolherem o Deus Todo-Poderoso, que os havia libertado da opressiva escravidão do Egito, e os introduzira naquela terra abençoada. Dessa forma, Josué lhes mostrou, ainda, todos os perigos e os riscos de servirem aos falsos deuses. Ele apelou: “Agora temam o Senhor e sirvam-no com integridade e fidelidade... se, porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolha hoje a quem irão servir (...). Mas eu e a minha família serviremos ao Senhor”. (Josué 24.14-15)

O povo deveria fazer uma escolha, ou uma decisão de amor e, esta, não podia ser força, e nem por obrigação; porque, o amor é à base de toda a verdadeira adoração. Naquele dia, Israel teria que optar por escolher servir ao Senhor. Por outro lado, Josué foi fiel até o fim e faleceu em boa velhice, aos 110 anos de idade; foi sepultado em sua própria terra (Josué 24.28-30). Josué deixou uma linda história a ser contada, a de um homem fiel que, de forma obediente, optou por confiar em Deus, embora, tenha nascido escravo, mas em seu coração sempre guardou um sonho... O sonho de liberdade, onde, tornou-se um homem livre, herói e líder de uma grande nação.

Características
Número de páginas 162
Edição 20 (2016)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Pastor Geovaldo Barroso

Geovaldo Barroso, bacharel em segurança pública, pastor evangélico, casado com a pastora Moza Barroso, vice-presidente da CC Cristã Terra Nova, Bacharel em Teologia, Faculdade Teológica Alfa e Ômega (FATAL-BA), líder da Escola Bíblica Teológica a Distância (EBTAD). Eusébio-CE-Brasil.

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