Nietzsche no Inferno!

(Poesias Anti-filosóficas)

Por Daniel Ben Elyon

Código do livro: 639744

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Inspiracional & Religioso, Filosofia / Religião, Ateísmo, Religião, Poesia, Filosofia

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Sinopse

Nietzsche no Inferno!

(Poesias Anti-filosóficas)

“Os filósofos modernos procuram CADA VEZ MAIS ensinar-nos CADA VEZ MENOS, Até que acabamos conhecendo TUDO acerca de NADA!”

A genialidade grandiosa e a concepção sublime que essa frase encerra é de uma sabedoria indescritível!

Os filósofos querem explicar TUDO sobre NADA!

Quem estudou os filósofos e sua filosofias ridículas e sem sentido chegará a conclusão de que a filosofia é uma grande besteira — uma grande perda de tempo!

Então esse é o meu conselho que eu dou aos jovens:

Jovens! Não percam o precioso tempo de vocês para querer conhecer os grandes filósofos da História e suas ideias bizarras cheias de maluquices!

São ideias irracionais e sem sentido que não levam a lugar nenhum! Ou melhor, só levam para o Inferno!

Ao invés disso, preocupem-se com o destino da alma imortal de vocês! A Eternidade é uma realidade! A vida não cessa quando o corpo desce a sepultura!

Uma das razões pela qual resolvi colocar o nome do Nietzsche nesse livrinho anti-filosofia é por que Nietzsche resolveu “matar Deus”. Bom, matar Deus é impossível — mas o miserável do Nietzsche conseguiu matar Deus no coração e na mente de milhares de jovens!

É dele a famosa e infame frase: “Deus está morto!” De todos os filósofos dos quais perdi meu precioso tempo lendo alguma coisa, é Nietzsche que eu vejo como o mais debochado, zombeteiro e blasfemo. Existem outros? Existem sim — ousaria dizer que a maioria — mas ele superou a todos em suas sandices.

Uns cento e poucos anos antes, o filósofo Voltaire proclamava: “Se Deus não existisse, seria necessário inventá-lo”. Pensava ele que talvez fosse mesmo necessária a ideia de Deus para dar um refrigério as angústias da alma humana. Mas não se engane: Voltaire era um inimigo da religião. Bakunin, o célebre teórico do Anarquismo, zombando dessa frase de Voltaire afirmou, do alto do seu inconsequente ateísmo: “Se Deus realmente existisse, seria necessário destruí-lo!” Karl Marx, o famoso teórico comunista e irreligioso, afirmou que a Religião era o ópio do povo. Todos eles — inimigos irreconciliáveis da Religião.

Mas daí veio Nietzsche e pensou consigo: “Vou chutar o balde e cunhar uma frase que vai deixar as citações desses camaradas no chinelo!” — e então disse, blasfemo e arrogante: “Deus está morto!”

Nietzsche terminou seus dias tomado pela mais atroz loucura. É isso mesmo que você leu: Nietzsche terminou seus dias num hospício. E morreu uma morte terrível — dominado pela demência.

Anos antes ele havia dito: “Uma visita ao hospício prova que a fé não prova nada”.

E assim, em 1900 Nietzsche desceu a sepultura, após escrever loucuras e idiotices que ainda hoje multidões consideram geniais.

Mas você pensa que a vida dele acabou aí?

Não, a vida do tresloucado e blasfemo pensador alemão não acabou aí não!

Assim que a sua alma imortal deixou seu corpo mortal — Nietzsche recuperou a razão e se viu carregado por hediondos demônios ao tenebroso Inferno de chamas ardentes!

E assim, desde 1900 Nietzsche á atormentado pelas terríveis chamas infernais!

Ele está ardendo no Inferno — e não está sozinho! Com ele estão todos os filósofos ateus e os que cultuam sua obra!

Nietzsche, que duvidava tanto do Inferno — está lá agora — consciente e cheio de remorso por ter escrito tantas asneiras e ter atacado o Deus soberano Criador dos céus e da terra!

E é por isso que coloquei o nome desse livrinho de Nietzsche no Inferno. Outro nome para esse livrinho poderia ser o nome de uma das poesias que enfeixam esse livro: “Nietzsche está morto: Deus não está!”

Uma das frases famosas de Nietzsche é:

“Você vive hoje uma vida que gostaria de viver por toda a Eternidade?”

Como eu responderia essa frase dele?

Responderia com uma frase do meu velho amigo Leonard Ravenhill:

“Cinco minutos após o homem ter morrido ele saberá como deveria ter vivido”.

.............................................................................

Nietzsche Está Morto: Deus Não!

Ah, Nietzsche! Aonde você está agora?

Você está queimando no tenebroso Inferno!

Agora você lamenta, grita e arrependido chora

Por ter blasfemado contra o Deus Eterno!

E agora, blasfemo Nietzsche, você está morto!

Mas o Deus que tu “mataste” não está morto não!

Tu queimas no lugar onde não há conforto

Enquanto Deus continua o Soberano Rei da Criação!

De que adiantou ter sido tão arrogante?

Na terra tu te julgavas o gênio brilhante

Combatendo Deus, a Bíblia e sua Doutrina!

E agora, pelas suas faces, lágrimas escorrem

Nesse lugar tenebroso onde os vermes não morrem

Queimando numa tortura que jamais termina!

Características

Número de páginas 77
Edição 1 (2024)
Formato 16x23 (160x230)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Idioma Português

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Fale com o autor

Daniel Ben Elyon

Daniel Ben Elyon é um escritor e poeta nascido na capital do Oeste do Estado do Paraná, a cidade de Cascavel. Para ele, a literatura deve ter a nobre missão de ensinar sempre uma lição, e não meramente entreter. Conheceu Jesus Cristo e creu que Ele é realmente o Salvador do mundo ainda na sua primeira infância, pois lembra-se se participar dos antigos cultos pentecostais dos saudosos anos oitenta quando tinha cerca de dois ou três anos de idade, ainda que as memórias daquele tempo sejam tênues, por estarem envoltas nas brumas de um passado deveras distante.

Antes de ler, lia os livros apenas pelas figuras. Depois, começou a ler tudo o que lhe caía nas mãos e desde então nunca mais parou de ler. Em um tempo anterior a Internet, as informações eram muito escassas, e ele andava a pé até a Biblioteca Municipal — que distava cerca de dez quilômetros da sua casa — para ali beber conhecimento, buscando através dos livros adquirir sabedoria.

“Eu costumava acordar bem cedinho para ir a pé até a Biblioteca Municipal. Nessa época eu tinha doze anos. Muitas vezes ia a pé pois não tinha o dinheiro da passagem do ônibus. Chegava lá as oito horas da manhã e ficava lendo ininterruptamente até cerca de cinco e meia da tarde. Como minha sede de aprender era grande, lia de forma desordenada e aleatória todos os tipos de livros imagináveis. Posso dizer que poucas crianças da minha idade naquele tempo tinham uma soma de conhecimentos tão vastos quanto os meus. Monteiro Lobato abriu para mim as portas maravilhosas dos livros infantis e da Literatura Clássica. Me alimentava de Lobato como me alimentava de arroz com feijão. Em poucos meses li todos os livros dele, tanto os infantis como os adultos. E simultaneamente devorava com avidez os grandes clássicos da Literatura Mundial.”

Desde a sua mais tenra infância o que sempre fez toda a diferença na sua vida foi a edificante e extraordinária leitura da Bíblia. Nenhum livro é capaz de se comparar com a Bíblia Sagrada, posto ser ela um Livro escrito pelo próprio Deus! Cristão assembleiano e ortodoxo — fundamentalista quanto a fé —, crê firmemente que a Bíblia Sagrada deve ser a única regra de fé e prática dada por Deus ao ser humano.

Educado pelos antigos e rígidos pastores pentecostais a viver um cristianismo radical e santo, Daniel Ben Elyon decidiu colocar os seus dons e talentos a serviço da obra de Deus, para escrever literatura e poesia infanto-juvenil dentro da ótica judaico-cristã e da cosmovisão de mundo dentro da perspectiva de um cristianismo pentecostal ortodoxo e clássico, bem diferente do profano e herege modus vivendi da maioria das igrejas que se dizem cristãs do tempo do fim.

“Que tudo o que eu escrever para as crianças, jovens e adolescentes, possa ter um único objetivo: levá-los para mais próximos de Deus, para que Seu Santo Nome seja reverenciado — e que eu possa influenciar crianças e jovens a dedicarem suas vidas — no campo da Literatura ou da Poesia — para espalharem a Causa de Cristo na terra!”

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