Deus, em Sua infinita ternura, plantou um Jardim no Éden — um refúgio de luz, perfume e eternidade — e ali colocou Adão e Eva para morar. Era mais que um lugar; era um abraço divino em forma de paisagem. Árvores frondosas dançavam ao sopro do vento, rios murmuravam cânticos cristalinos, e a criação inteira respirava harmonia.
E Deus os havia cercado de liberdade e provisão. Podiam comer de todos os frutos, provar de cada dádiva generosa que brotava da terra fértil. Porém somente de uma árvore não poderiam se alimentar. Um único limite em meio à abundância. Uma única proibição em meio à plenitude. Pois o amor verdadeiro também oferece escolha.
Mas o inimigo estragou tudo.
Sutil como uma sombra ao entardecer, aproximou-se com palavras torcidas e promessas disfarçadas. Enganou a mulher e a instigou a comer do fruto da árvore do bem e do mal, e esta o deu a Adão, seu esposo. E naquele instante — tão pequeno aos olhos humanos, mas tão vasto nas consequências — a inocência se rompeu (Romanos 5:12)
Foram expulsos do jardim e condenados a tirar da terra o pão de cada dia. A terra, antes amiga, agora exigiria suor. O trabalho seria árduo. O caminho, espinhoso. E querubins guardariam a entrada do Paraíso perdido, como sentinelas de um sonho interrompido.
Mas… ainda que a humanidade tivesse se afastado, o coração de Deus não se afastou da humanidade.
| ISBN | 9798195861308 |
| Número de páginas | 99 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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