O Choque de Ordem... Equivocado
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Ciências Humanas E Sociais
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Sinopse

Apesar de um mundo aparentemente aberto para o humanismo, ainda será forte, em tempos de acesso, a cada dia, de mais e mais pessoas à Internet, pensamentos ditadores e equivocados à moda antiga. Onde o ser humano pobre e sem acesso às boas coisas da vida que o dinheiro pode comprar, sofre cada vez mais com a exclusão, a ocultação, o cerceamento de direitos básicos, e principalmente pela falta de ouvidos imparciais e mais atentos para lhes dar atenção. Penso que estamos evoluindo sim, mas ainda a passos lentíssimos, para que o país comece a perceber que poderia dar oportunidade para que as pessoas fossem ouvidas mais de perto e não ser tratadas como lixo. Não adianta tentar acabar com a violência apenas pela força como o projeto do Governador Sérgio Cabral, com a implantação das UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), aqui nas favelas do Rio, e o Choque de Ordem do Secretário do SEOP - Secretaria Especial da Ordem Pública, Alex Costa, comandado do Prefeito Eduardo Paes. Acho interessante, a intenção do governo, porém seria complementar ao seu projeto, tentar se aproximar, imparcialmente e sem discriminação das pessoas de rua, e de todas as pessoas que estão fora do circuito endinheirado da cidade e que, se poderiam se tornar bons contribuintes para o crescimento do nosso país. Dirijo-me, aqui, ao Governo e à Prefeitura do Rio, pois é aqui que resido atualmente e enxergo de perto os problemas. Mas a situação descrita nesse livro é apenas um exemplo mais radical da forma ineficiente de combate às pessoas, consideradas inimigas da sociedade e que está entranhada na sociedade mundial em quase toda parte do planeta. Poucos são os países que aproveitam com eficiência e lógica cada mente surgida no cenário da nação.

Características
Número de páginas 108
Edição 1 (2010)
Formato A5 (148x210)
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Carlos de Albuquerque

O cantor e escritor Carlos de Albuquerque, se radicou na Bahia por 12 anos e meio. Antes participou de algumas bandas em Brasília. Chegou em Barreiras-Bahia-Brasil, no dia 18 de Março de 1997. Até o ano de 1999 passou por Bandas de Bailes do interior do estado, morando nas sedes de ensaios das mesmas, tendo assistência de moradia e alimentação. Depois de passar em 1999, por um período de três meses, morando debaixo de uma banca da feira do rolo, ao lado do Centro de Abastecimento de Feira de Santana-BA, chegou em 25 de Maio de 2000, em Salvador-Bahia-Brasil, e trabalhou como vendedor de doces, subindo e descendo dos ônibus da Capital, por um período de 1 ano. Depois, sentindo-se infeliz, pois distanciava-se da música, resolveu não vender mais. Foi morar no Albergue da Prefeitura na Baixa dos Sapateiros. Ganhou bolsa de curso de Teatro "Da Ponta da Língua a Sola dos Pés" no período de 29 de Agosto à 08 de Outubro de 2001, com carga horária de 26 horas ministrado pela professora Carmem Paternostro; também participou do curso "Teatro de Improviso" ministrado pelo professor Celso Jr. no período de 27 de agosto à 17 de Outubro de 2001, perfazendo um total de 14 sessões, num total de 28 horas. Fez o Curso "Voz e Movimento" com Neto Costa, no mesmo período no TCA . Fez uma audição em 2001, para a grupo VILAVOX, do Teatro Vila Velha. Passou, e integrou 3 espetáculos "Material Fatzer" de Bertold Bretch, dirigido por Márcio Meirelles; Trilhas do Vila, com Direção de Gordo Neto; gravação do CD com a trilha sonora do mesmo; e por último, o "Almanaque da Lua" com direção de Gordo Neto. Saiu do grupo em novembro de 2003, e começou a aventuresca carreira solo na música, como intérprete, que gerou e gera até hoje, muitas críticas, tanto dele para com o sistema como do sistema para com ele. É uma guerra de nervos, que tem gerado muitas discussões. Desde 16 de Fevereiro de 2004, até os dias de hoje, dorme na rua, mas nunca parou de produzir. Acessa diariamente a internet e não pára nunca de perseguir incansavelmente seus sonhos. Tem uma página no site de relacionamentos ORKUT; tem uma página na TRAMA VIRTUAL da gravadora TRAMA, onde tem duas elogiadíssimas canções cadastradas, "O Que Me Completa" da compositora mineira Ana Cristina, e "Perto do Amor" do compositor baiano Washington Bezerra, canção na qual é parceiro. Também tem as canções cadastradas no MY SPACE e Palco MP3. Por último, tem uma página no site de escritores RECANTO DAS LETRAS, onde tem + de 100 publicações, entre textos, frases, mensagens... + MEU POLÊMICO BLOG... Tem também o TWITTER. Bom! Enfim, esse brasiliense guerreiro, incansável, simpático, admirável, tem transformado pensamentos, valores, e muitas outras coisas dentro da conturbada sociedade brasileira.

Atualmente, mora no Rio de Janeiro, e depois de 4 anos morando na rua, finalmente, tem onde morar. Chegou no Rio, em 07 de Fevereiro de 2010, e é onde mora atualmente.

Rio de Janeiro, 19 de Maio de2014

Texto redigido com colaboração de Jeudy Aragão

Comentários
7 comentários
jair balani
Domingo | 27.10.2013 às 19h10
tive um papo agradável hj com Carlos, apesar de suas mágoas, criticas, perante a sociedade, religiões que em partes estou de cordo, espero ter sido produtível...é sempre bom trocar ideias e opiniões...
Márcia Reis Bittencourt
Domingo | 21.04.2013 às 20h04
Parabéns Carlos pela obra, pelo seu esforço, pelos seus ideais de vida, pela reportagem no Globo Repórter... Que você consiga realizar seus sonhos! Sucesso e que Deus te proteja e te ilumine!
MARIA CRISTINA
Sábado | 20.04.2013 às 14h04
Gisele segue os dados que achei na NET. Informações de contato Site http://www.carlosdealbuquerque.blogspot.com Facebook http://facebook.com/carlosdealbuquerque
Bruno
Sábado | 20.04.2013 às 00h04
Para Gisella: https://twitter.com/cdalbuquerque http://www.carlosdealbuquerque.net/
giselle
Sexta | 19.04.2013 às 23h04
Estou fazendo minha pesquisa de TCC falando sobre a população de rua, tentando mostrar que nem todos são drogados, bebados e o Carlos pode ser meu melhor exemplo. Será que alguém sabe como faço para achar a página dele?
Regina Célia Duarte
Quarta | 30.03.2011 às 22h03
Ainda não li na íntegra, mas conheço as idéias e ideiais do autor, e recomendo!
Jeudy Aragão
Quarta | 30.03.2011 às 16h03
Uma obra escrita por alguém que vive no próprio universo retratado. É uma obra realista e encorajadora, com forte apelo à crítica social, que bem representa esta classe social de brasileiros excluidos da lógica econômico-neoliberal que ainda perdura. Recomendo. Jeudy Aragão, mestra em filosofia, professor. Salvador, Bahia.