O corpo já não é apenas presença, sensibilidade ou morada íntima. Em nosso tempo, ele se tornou vitrine, projeto, desempenho, imagem, mercadoria. Nesta obra, o leitor é conduzido por uma reflexão profunda e acessível sobre a maneira como a sociedade contemporânea transformou o corpo em objeto de avaliação, consumo e controle.
Ao longo das páginas, surgem questões que atravessam a vida cotidiana de forma silenciosa, mas decisiva: a pressão estética, a obsessão pela performance, a vigilância da saúde, a exposição nas redes, o envelhecimento tratado como fracasso, a normatização da aparência e a dificuldade de simplesmente habitar a própria pele. O livro convida o leitor a enxergar o corpo para além dos padrões impostos, resgatando sua dimensão humana, vulnerável e irreduzível.
Sem recorrer a linguagem hermética, a obra transforma temas filosóficos complexos em uma reflexão viva sobre liberdade, dignidade, identidade e presença. Mais do que denunciar a lógica que transforma a carne em produto, este livro abre espaço para uma pergunta essencial: ainda é possível viver o corpo como experiência, e não apenas como imagem?
| Número de páginas | 156 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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