Para o arquiteto Artur Rossi, a vida sempre foi uma questão de estrutura, simetria e controle. Habituado a projetar edifícios que desafiam o tempo, ele se vê diante de um diagnóstico implacável que promete demolir sua própria essência: uma doença degenerativa que apagará suas memórias, transformando sua história em um imenso vazio branco.
O tempo, antes um aliado em seus projetos, agora é um adversário cruel e silencioso. Ciente de que em breve não reconhecerá os rostos que ama — ou o homem que ele próprio construiu ser — Artur toma uma decisão radical. Ele recusa o papel de vítima. Em vez do apagamento passivo, ele inicia uma jornada desesperada para organizar o caos, tentando escolher a dedo o que salvar do naufrágio iminente de sua mente.
Nesta corrida frenética contra o relógio biológico, cada dia torna-se uma batalha épica para não perder o fio da própria existência. Entre o que deve ser preservado e o que merece o esquecimento, Artur descobrirá que algumas estruturas não podem ser reconstruídas. Conseguirá um homem projetar sua própria dignidade enquanto seu passado se esvai por entre os dedos?
"O Homem que Decidiu Esquecer" é um suspense psicológico emocionante e profundo sobre a fragilidade da mente e a força indomável da vontade humana. Uma obra que questiona: o que sobra de nós quando as lembranças nos abandonam?
| Número de páginas | 85 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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