O IMPÉRIO DO ESCÁRNIO
Aforismos de antropofobia
Categorias
Ética E Filosofia Moral, Não Ficção, Filosofia
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Sinopse

Composto por aforismos referentes à condição de crise vivenciada pelo homem no mundo contemporâneo, este é um livro catártico e fragmentário, que vem ao encontro das necessidades de alguém obcecado pela observação minuciosa de um mundo cujos alicerces (vários deles) se encontram num franco processo de desfazimento e pela anotação rápida das suas múltiplas nuanças. Para ele, a modernidade – a primeira era histórica projetada – fracassou em função da sua ignorância da coisa humana. Falhou enquanto um projeto que, além de mal feito, foi tergiversado pela força maior de interesses políticos escusos.

Características
ISBN 978-85-448-0563-3
Número de páginas 139
Edição 1 (2019)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Polen
Fale com o autor
Jorge Lucio de Campos

Nascido no Rio de Janeiro em 1958, Jorge Lucio de Campos graduou-se em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) onde também cursou o Mestrado (Estética) em Filosofia, o Doutorado e o Pós-Doutorado (História dos Sistemas de Pensamento) em Comunicação e Cultura. É Professor Associado do Programa de Pós-graduação (Mestrado e Doutorado) em Design da Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Como ensaísta, publicou os livros Do simbólico ao virtual: A representação do espaço em Panofsky e Francastel (Perspectiva/EdUERJ, 1990), A vertigem da maneira: Pintura e pós-vanguarda na década de 80 (Revan/FAPERJ, 2002) e A travessia difícil: Notas sobre o ético, o técnico e o estético na crise da modernidade (EdUERJ/FAPERJ, 2014). Como poeta, publicou as coletâneas Arcangelo (EdUERJ, 1991), Speculum (EdUERJ, 1993), Belveder (Diadorim/UNESA, 1994), A dor da linguagem (Sette Letras, 1996), À maneira negra (Sette Letras, 1997) e Prática do azul (Lumme, 2009).

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