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ACEITO
DO SIMBÓLICO AO VIRTUAL
A representação do espaço em Erwin Panofsky e Pierre Francastel
Categorias
Artes, Filosofia, Pintura
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Sinopse

Dizia Marx que “a educação dos cinco sentidos é trabalho de toda a história universal até agora”. “Educação” retomada por Do simbólico ao virtual: a representação do espaço em Erwin Panofsky e Pierre Francastel, de Jorge Lucio de Campos, quanto às metamorfoses do olho, da visão e do espaço. Metamorfoses de uma paisagem – a montanha de Sainte-Victoire e as suas sessenta versões através dos olhos e das mãos de Cézanne; metamorfoses da percepção individual da espacialidade, na psicologia genética de Piaget e a sua ideia não apriorística e construtiva da visualidade; metamorfoses dos padrões históricos da expressão visual e da leitura do espaço pelas diferentes cosmologias – de Parmênides e Demócrito à modernidade, passando por Aristóteles ou o Quattrocento, a que ele nos conduz através do eixo de estudos Riegl-Cassirer-Panofsky. Em todo o percurso de mudanças, a afirmação de que a história das artes visuais reclama, por um lado, a especificidade e o detalhe que permitam divisar a sua espessura própria, os seus sistema próprio de signos e, por outro, esteja em relação com o movimento geral da cultura e da filosofia, a sucessão das formas de ver e pensar o mundo, das epistémes segundo o conceito foucaultiano. Espessura que favorece as relações não mecânicas e não simplistas entre contexto sociocultural e formas de percepção e expressão visual.

Características
ISBN 978-85-273-0035-3
Número de páginas 133
Edição 1 (2020)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Polen
Fale com o autor
Jorge Lucio de Campos

Jorge Lucio de Campos é poeta, ensaísta e professor da ESDI/UERJ. Publicou os ensaios Do simbólico ao virtual: a representação do espaço em Erwin Panofsky e Pierre Francastel (Perspectiva/EdUERJ,1990; Clube de Autores, 2020), A vertigem da maneira: pintura e pós-vanguarda na década de 80 (Diadorim/EdUERJ, 1994; Revan/FAPERJ, 2002; Clube de Autores, 2020), Pensar contra o deserto: lembretes filosóficos para jovens sábios (Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020), O império do escárnio: aforismos de antropofobia (Clube de Autores, 2019), A travessia difícil: notas sobre o ético, o técnico e o estético na crise da modernidade (EdUERJ/FAPERJ, 2015; Clube de Autores, 2020) e as coletâneas poéticas Arcangelo (EdUERJ, 1991; Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020), Speculum (EdUERJ, 1993; Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020), Belveder (Diadorim/ADESA, 1994; Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020), A dor da linguagem (Sette Letras, 1996; Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020), À maneira negra (Sette Letras, 1997; Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020), Prática do azul (Lumme, 2009; Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020), Os nomes nômades (Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020), Paisagem bárbara (Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020), Sob a lâmpada de quartzo (Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020), Desimagens (Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020), Impertinências (Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020) e Figuras para outras pessoas (Clube de Autores, 2019; Amazon, 2020).

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