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ACEITO
O Salto para a Fé.
Ontem, ateu de Deus, Hoje, ateu de mim.
Categorias
Estudo Bíblico, Religião, Vida Cristã, Bíblia
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Sinopse

O Salto para a Fé simboliza o resgate que Cristo fez em meu ser, após uma longa vida de ateísmo praticante e militante.

Foi o salto do velho homem, do eu corrompido e escravizado, que por si mesmo jamais seria capaz de realizar tal feito, pois necessitaria de um impulso que nós, meros humanos, não somos capazes de causar.

Só o “empurrão” do Espírito Santo que nos lança para longe de nós mesmos, pois, o ato de saltar não requer pensamentos aliás, dispensa qualquer tentativa de análise, pois trata-se de uma atitude, uma ação determinada.

É como estar no último andar de um prédio em chamas, ou você salta dali, ou será queimado, não há o que pensar. Esta é a condição humana, estamos neste mundo em chamas, nos últimos tempos, o fogo do pecado está cauterizando almas, e não há o que pensar, não há outra atitude a não ser saltar deste mundo para a Cruz de Cristo, e deixar o velho homem lá pendurado, crucificado.

Do alto da cruz renasceu o novo eu, e do salto para a cruz morreu o velho eu. Ambos os atos, saltar e crucificar, dependeram da misericórdia, graça e do poder de Deus, pois eu mesmo não teria impulso para o salto, e muito menos forças para crucificar-me na Cruz.

Hoje, sou ateu de mim mesmo, já não tenho a mim como fundamento e autossuficiência. Meu “Egito” (que é a terra de escravidão dos pecados) ficou para trás, meus “faraós” (que são os manjares, deleites, cobiças materiais, ídolos, libidos e luxúrias) em mim não reinam mais, pois Cristo abriu o meu “mar vermelho” ensanguentado de pecado com o toque do madeiro de Sua Cruz - e transformou-me em Seu “tabernáculo espiritual” - fazendo do meu coração o Seu altar, sobre o qual derrama Seu sangue, que me justifica e me redime.

Deus tem me ensinado e me moldado no meu deserto que Ele mesmo condicionou, para que meu coração não fique orgulhoso e se esqueça de onde Ele me tirou. Deus tem me capacitado a lutar e a suportar este meu pavoroso deserto, que às vezes torna-se em terra seca com “serpentes” e “escorpiões” venenosos. Neste deserto, aprendi e ainda estou aprendendo as “aulas” da humildade, crucificando meu impávido ego, minha presunçosa vaidade, a altivez do meu orgulho e minhas arrogâncias. Eis o melhor e mais perfeito sistema educacional para o ser humano: a escola do deserto de Deus.

Neste deserto, é o próprio Deus quem nos ensina, corrige e educa. Ele é o Instrutor que ensina, mas também o Educador que corrige, não como um professor, mas como um pai que disciplina seu filho. Na escola do deserto, aprendemos a paternidade divina, Seu amor, Seus cuidados, Seus mandamentos e a obediência. Eis o melhor método pedagógico que existe: aprender e obedecer às instruções dos mandamentos de Deus. Na “sala de aula” do deserto, o único caderno de anotação que Deus exige é o próprio coração, no qual devemos registrar e manter guardados os ensinamentos, para jamais serem esquecidos. A memória do coração não é igual a da mente, que é falha e se apaga, pois é capaz apenas de recordações registradas no cérebro, no entanto, a memória do coração é a gratidão, que não se apaga, pois é registrada na alma.

Características
ISBN 978-65-990-7612-1
Número de páginas 151
Edição 2 (2017)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Polen
Fale com o autor
Jon Brodsky.

Jon Brodsky (Jonas Peres Loureiro).

Nasceu em São Paulo, mas viveu no sul de Minas Gerais. Autor de um extensa obra, que inclui ensaios filosóficos, textos poéticos e textos aforismáticos. São mais de dez livros publicados, todos escritos ao longo de quinze anos.

Estudante de medicina, deixou a faculdade para empreender no ramo de franquias nos anos noventa, época de efervescente ascensão do sistema de franchising no Brasil.

Porém, nunca deixou sua atividade de escritor, sempre escrevendo e se aprofundando nos estudos de filosofia, frequentando seminários, lendo livros e se especializando. Foi professor da escola dominical e de estudos bíblicos.

Todos os seus livros são embasados atualmente na filosofia de pensadores conversadores como Eric Voegelin, Xavier Zubiri, Louis Lavelle, Kierkegaard, Eric Weil, Platão, Victor Frankl, João Calvino, Aristóteles, Ortega y Gasset, Edmund Burke e outros como Nietzsche, Spinoza, Schopenhauer, David Hume, Kant, Espinosa.

Utiliza-se de uma estilística dissertativa cética-crítica-irônica, e em suas poesias adota estilos aforismáticos hiperbólicos, com cargas dramáticas de semânticas.

Abaixo, algumas de suas principais obras:

Proibido para cérebros sedentários.

A Política em OFF.

Para mentes ousadas.

O Salto para a Fé

Nosso caráter procede por Ter ou Ser?

O mundo é dominado por idiotas.

O mundo é um “Grande Marketing da Felicidade”.

Nietzsche para as mentes emancipadas.

Para mulheres Intelectuais e Sensíveis.

A Politica Alienante.

Sobre meus escritos:

Meus escritos não são resultados de uma mente submetida a normas e técnicas, mas sim de reações de causas e efeitos sob os quais encontro-me biopsicosocialmente inserido. Não pretendo buscar coerências e nem concepções de conjunturas de sistemas ordenados, apenas permito-me ser um SER que procura pensar, sentir e se espiritualizar. Um ser de reações a causas que me afetam espiritualmente, emocionalmente e intelectualmente.

No âmbito das ideias, sou um anão que busca apoiar-se em ombros de mentes gigantes, dos quais não são fontes de ideias que apenas bebo, mas mergulho a fundo, ao ponto de introjetá-las em mim de tal forma a fazê-las parte de mim, pois aproprio-me tão intensamente que sinto-as pertencentes a mim, não se tratando de um descarado plágio intelectual, mas de uma íntima e profunda identificação, tão contundente, que tais ideias se mesclam naturalmente, simbioticamente. Não quero ser um citacionista que reverbera enfadonhamente frases e textos alheios, mas sim um parafraseador de grandes ideias que me inspiram intelectualmente, pois todos que intentam inventar “a roda” no campo das ideias, nada mais fazem do que retirar a circunferencialidade inerente a roda.

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