Este tratado de Santo Agostinho aborda com profundidade teológica e pastoral os cuidados devidos aos falecidos e o destino das almas, respondendo a questionamentos sobre a utilidade de sepulturas junto a mártires e a eficácia das exéquias. O autor argumenta elegantemente que a localização do sepultamento e os ritos fúnebres servem primariamente como consolo para os vivos e expressão natural de afeto pela própria carne, não possuindo o poder de alterar, por si mesmos, o estado espiritual de quem já partiu. Invés disto, a verdadeira ajuda espiritual aos mortos provém das orações da Igreja, do sacrifício e das boas obras, que intercedem por aqueles que já haviam acumulado méritos em vida. Por fim, a obra elucida que as almas dos mortos ignoram os assuntos cotidianos dos vivos e que quaisquer aparições oníricas ou milagres operados por santos resultam da Providência Divina, reafirmando que a fé na ressurreição deve superar o luto desmedido e guiar a esperança cristã.
| Número de páginas | 56 |
| Edição | 1 (2022) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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