O racismo aprendeu novas linguagens. A justiça está preparada para reconhecê-las?
O racismo já não se manifesta apenas em discursos explícitos de ódio. Ele também opera silenciosamente nos algoritmos, nas instituições, nas políticas de segurança, nas desigualdades ambientais e nas estruturas que determinam quem terá acesso à justiça, à memória e ao poder.
Em Para Além de Fanon, Igor Menini da Silva parte do pensamento revolucionário de Frantz Fanon para investigar as novas faces da discriminação racial e propor uma transformação profunda na atuação da Defensoria Pública.
Dialogando com o Direito, a Filosofia, a Sociologia e a História, o autor examina o racismo estrutural, a violência racializada, a exclusão econômica, a inteligência artificial, a justiça climática e a reparação histórica.
Mais do que denunciar injustiças, a obra apresenta uma provocação: a Defensoria Pública deve continuar esperando que os direitos sejam violados para agir ou assumir o protagonismo na construção de uma sociedade verdadeiramente antirracista?
Uma leitura indispensável para juristas, defensores públicos, estudantes, pesquisadores e todos aqueles que desejam compreender as novas fronteiras da luta pela igualdade.
Porque não basta reconhecer o racismo do passado quando o futuro já está aprendendo a reproduzi-lo.
| ISBN | 9788543420813 |
| Número de páginas | 54 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A4 (210x297) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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