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Livro Para além do Machismo & do Feminismo Machista

Por: CLEBERSON EDUARDO DA COSTA Denunciar

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R$ 48,06

Sinopse

“Se o machismo não é bom, por que então o feminismo machista seria?”

“O feminismo não é o machismo praticado por mulheres em relação aos homens e/ou a outras mulheres...”

“Ser feminista não é, sendo do sexo oposto, psicossocialmente pensar, sentir, agir ou comportar-se como um homem machista.”

“Empoderamento feminino não é, enquanto mulher, buscar deixar de ser oprimida movida pelo sonho ou pelo desejo de também se tornar opressora: o nome disso, ao contrário, é FEMINISMO MACHISTA.”

_____________

I

Muitas das mulheres que hoje se dizem feministas, ainda que sem saberem, são também do tipo machsitas, isto é, “feministas machistas”.

Elas, não tendo a essencial noção do que foi e/ou é o feminismo apregoado por Simone de Beauvoir e outras; tendo sido “formatadas” ou “alienadas” em “feminismo machista” a partir de clichês, frases soltas, programas sensacionalistas de TV e/ou vídeos fragmentados postados em redes sociais etc., tornaram-se ou têm se tornado, ainda que inconscientemente, cópias psicossociais bizarras de homens machistas. Isto é, elas, acreditando estarem seguindo no caminho da busca pela equidade e libertação femininas, contraditoriamente, tornaram-se e/ou têm se tornado, psicossocialmente falando, homens machistas, tais quais aqueles que, durante séculos, oprimiram-nas e, na mesma via, autodestruíram-se, praticando genocídios, barbáries, apartheids, xenofobia, misoginia etc.

Sem exageros ou analogias descabidas, o sonho ou o desejo delas, das feministas machistas, e que muitas vezes nem se sabem sê-las, tragicamente, não é e/ou não tem sido o de deixarem de ser oprimidas, mas, paradoxalmente, também o de se tornarem opressoras.

No amor e na guerra, por exemplo, a mulher feminista machista (feminista alienada) se tornou tão ou mais bárbara do que homem, porque, diferentemente dele, ela agora nem sequer aceita negociar ou ser questionada sobre seus atos e/ou valores ditos pós-modernos.

Ela, por exemplo, tal qual qualquer homem machista, diz-se ou acredita-se estar sempre certa e ponto. Isto é, ela não está predisposta a dialogar com ninguém sobre o trágico exercício do seu agora autocreditado “poder”.

Se o homem machista das classes abastadas, por exemplo, usava e/ou usa o seu suposto dinheiro, prestígio e/ou status para tirar sexo e outras vantagens de muitas mulheres; a mulher feminista machista (alienada), ao contrário das verdadeiras feministas, que lutam pela conquista de maior igualdade e liberdade em questões sociopolíticas etc., usa deliberadamente também o sexo, o afeto dissimulado e/ou o poder de sedução ou persuasão para conquistar seus objetivos, sejam eles quais forem.

O homem, para as feministas machistas, nesse sentido, tais quais todas as mulheres para os homens machistas, tornou-se também apenas um meio: o fim é apenas, e sempre, buscar obter algum benefício, seja ele material ou meramente sexual etc.

Pensa-se que, quando uma doutrina ou ideologia dita feminista, mal compreendida por muitas mulheres, faz com que elas criem certa ojeriza em relação à figura psicossocial feminina, ela faz também com que essas mesmas mulheres, alienadas em relação ao verdadeiro feminismo, busquem psicossocialmente se igualar, em atitudes, princípios e valores, aos homens machistas, uma vez que, para elas, todos os homens são também ditos iguais, estando-se subjacente, porém, que aqueles homens pertencentes às elites são mais iguais do que todos os outros.

A feminista machista, sendo assim, de forma intencional, ainda que inconsciente, seguindo um trágico ideal, transmuta-se do seu estado psicossocial feminino dito oprimido para o estado psicossocial masculino machista opressor.

Esse tipo de feminista machista, por esta via, por exemplo, erroneamente acredita que o feminismo é o machismo ao contrário, ou seja, que o feminismo é aquilo que deve ser praticado pelas mulheres em relação aos homens, visando colocá-los numa posição de inferioridade, de apêndices, de fantoches e/ou de meros objetos delas ou em relação a elas.

Categorias: Preconceito, Casamento, Amor E Romance, Não Ficção, Filosofia, Família E Relacionamentos
Palavras-chave: feminismo, filosofia, homens, machismo, mulheres, pesquisa, pós-modernidade, relacionamentos, sexualidade

Características

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Número de páginas: 155

Edição: 1(2018)

ISBN: 978-1723350948

Formato: A5 (148x210)

Coloração: Preto e branco

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g

Reconhecimento

Sobre o autor

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CLEBERSON EDUARDO DA COSTA

Cleberson Eduardo da Costa (mais de 100 livros publicados, muitos deles traduzidos para outros idiomas), natural do Rio de Janeiro, é Graduado pela (UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro/1995-1998), Pós-graduado em educação (UCAM – Universidade Candido Mendes), Pós-graduando em Filosofia e Direitos Humanos (UCAM – Universidade Candido Mendes), Mestre e Doutor (livre) em Filosofia do conhecimento (epistemologia) e Pedagofilosofia Clínica (FUNCEC - pesquisa, ensino e extensão), Pesquisador, Professor universitário, Especialista em metodologia do ensino superior, Licenciado em Fundamentos, Sociologia, Psicologia e Filosofia da educação, Didática, EJA (educação de Jovens e adultos) etc.

Além disso, foi aluno Especial do Mestrado em Educação (1999-2001/PROPED/UERJ), matriculado, após aprovação em concurso, nas disciplinas [seminários de pesquisa] “ESTATUTO FILOSÓFICO” (ministrado e coordenado pela professora Drª Lilian do Valle); e “POLÍTICAS EDUCACIONAIS NO BRASIL E NA AMÉRICA LATINA” (ministrado e coordenado pelo professor Dr. Pablo Gentili).

Estudou também no curso de MBA em Gestão Empresarial pela FUNCEFET/RJ/Região dos Lagos (2003-2005); no curso de Pós-Graduação em Administração e Planejamento da Educação pela UERJ (1999-2000); e realizou vários cursos livres e/ou de aperfeiçoamento nas áreas da filosofia e da psicanálise por instituições diversas, entre elas a FGV (Fundação Getúlio Vargas) e a SBPI (sociedade brasileira de psicanálise integrada).

De 1998 a 2008, atuou como professor de ensino superior (Instituto Superior de Educação da UCAM/universidade Cândido Mendes) nos campus universitários de Niterói, Nova Friburgo, Araruama, Rio de Janeiro, Teresópolis, Rio das Ostras, etc.

Participou (em sua trajetória profissional e/ou intelectual acadêmica) de diversas pesquisas, como, por exemplo, o projeto UERJ-DEGASE, relativo à (EJA) e também em pesquisas centradas em problemáticas políticas, filosóficas e pedagógicas com professores renomados, como Pablo Gentili (UERJ/CLACSO), Cleonice Puggian (UNIGRANRIO), Carla Imenes (UEPG), Cristiane silva Albuquerque (UERJ), Marco Antonio Marinho dos Santos (OCA/RJ) entre muitos outros.

Atualmente dedica-se à docência universitária; a pesquisas em educação; a consultorias relativas à educação, no sentido do aprimoramento, da superação e do desenvolvimento humano; à realização de palestras acadêmicas e multiorganizacionais e à produção de obras nos mais diversos campos do saber.

[email protected]


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