PAULO DE TARSO
O APÓSTOLO DOS GENTIOS - VOLUME1
Categorias
Bíblias, Bíblia, Teologia, Religião, Não Ficção
Compartilhe este livro
Esta página foi vista 101 vezes desde 14/07/2020
Versão
impressa
R$ 34,37
Valor total:
R$ 34,37
Versão
ebook
R$ 15,07
Disponível em:
epub
Valor total:
R$ 34,37
Este ebook também pode estar à venda na:
Sinopse

PAULO DE TARSO

O Apóstolo dos Gentios

Volume - 1

CAPÍTULO – 1

Quem foi Paulo de Tarso?

Paulo, nome romano de Saulo

Paulo de Tarso, o apóstolo Paulo, sem dúvida é um dos personagens bíblicos mais conhecidos por todos os cristãos. Ele considerado como sendo o maior líder do cristianismo. Neste texto, nós conheceremos mais sobre a história de Paulo, autor de treze epístolas presentes na Bíblia.

Paulo, nome romano de Saulo, nasceu em Tarso na Cilícia, conforme os textos abaixo relacionados, (Atos 16.37) “Mas Paulo replicou: Açoitaram-nos publicamente e, sem sermos condenados, sendo homens romanos, nos lançaram na prisão, e agora encobertamente nos lançam fora? Não será assim; mas venham eles mesmos e tirem-nos para fora”; (Atos 21.39) “Mas Paulo lhe disse: Na verdade que sou um homem judeu, cidadão de Tarso, cidade não pouco célebre na Cilícia; rogo-te, porém, que me permitas falar ao povo”; (Atos 23.35) “Disse: Ouvir-te-ei, quando também aqui vierem os teus acusadores. E mandou que o guardassem no pretório de Herodes”. Tarso não era um lugar insignificante (Atos 21.39) “Mas Paulo lhe disse: Na verdade que sou um homem judeu, cidadão de Tarso, cidade não pouco célebre na Cilícia; rogo-te, porém, que me permitas falar ao povo”, ao contrário, era um centro de cultura grega.

Tarso era uma cidade universitária que ficava próxima da costa nordeste do Mar Mediterrâneo. Embora tenha nascido um cidadão romano, Paulo era um judeu da Dispersão, um israelita circuncidado da tribo de Benjamin, e membro zeloso do partido dos farisaico.

“Digo, pois: Porventura rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum; porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim”. (Romanos 11.1)

“Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu”. (Filipenses 3.5)

“E Paulo, sabendo que uma parte era de saduceus e outra de fariseus, clamou no conselho: Homens irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseu; no tocante à esperança e ressurreição dos mortos sou julgado”. (Atos 23.6)

Sobre a infância e adolescência do apóstolo Paulo tem sido tema de grandes debates entre os mais estudiosos. Alguns acreditam que o apóstolo Paulo passou toda sua infância em Tarso, senão, saindo apenas durante sua adolescência para Jerusalém.

Outros postulam que Paulo foi para Jerusalém ainda muito pequeno. Nesse caso, ele teria passado parte de sua infância afastado de Tarso. Na verdade, desde seu nascimento até seu surgimento em Jerusalém, intitulado, como sendo perseguidor dos cristãos, conforme se faz atestar nas narrativas do livro de Atos dos Apóstolos, porém, contamos com pouca informação sobre a vida desse grande homem de Deus, o apóstolo Paulo.

Ainda que não se saiba ao certo com quantos anos Paulo deixou a cidade de Tarso, sabe-se com certeza que ele foi educado em Jerusalém, segundo a Palavra de Deus sob os cuidados e ensino do renomado doutor da lei, Gamaliel, o qual era neto de Hillel.

Paulo era um profundo conhecedor da cultura grega. Pois, ele também falava o aramaico, bem como era herdeiro da tradição do farisaísmo, e ainda um perito observador da Lei, além do que era intitulado como o mais avançado no judaísmo, onde excedia a todos quantos foram seus contemporâneos (Gálatas 1.14) “E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais”; Filipenses 3.5,6) “Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu; Segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível”. Portanto, nesse sentido é que se considera todos estes aspectos, e podemos afirmar que sua família possuía alguns recursos, à época, e ele podia desfrutar de certa posição proeminente junto aquela sociedade.

Também, o apóstolo Paulo possuía cidadania romana. Sobre isso, ele próprio afirma ser cidadão romano de nascimento (Atos 22.28) “E respondeu o tribuno: Eu com grande soma de dinheiro alcancei este direito de cidadão. Paulo disse: Mas eu o sou de nascimento”.

De certa forma, essa declaração indicava que sua cidadania foi herdada de seu pai. Acredita-se que naquela época, pelo menos dois terços de parte da população do Império Romano, não possuía cidadania romana.

Até aqui, ao certo é que não se sabe como o pai do apóstolo conseguiu tal cidadania. Acredita-se que, à época, algumas pessoas importantes e bem providas financeiramente conseguiam comprar títulos de cidadania (Atos 22.29,30) “E logo dele se apartaram os que o haviam de examinar; e até o tribuno teve temor, quando soube que era romano, visto que o tinha ligado. E no dia seguinte, querendo saber ao certo a causa por que era acusado pelos judeus, soltou-o das prisões, e mandou vir os principais dos sacerdotes, e todo o seu conselho; e, trazendo Paulo, o apresentou diante deles”. Outras, conseguiam tal cidadania ao prestar algum relevante ao Império romano. Dessa forma, a cidadania romana podia ser concedida conforme alguns privilégios, dentre os quais podemos citar:

(1) A garantia do julgamento perante César, no caso de ser exigido em casos de acusação;

(2) Imunidade legal dos açoites antes da condenação;

(3) Não poderia ser submetido à crucificação, a pior forma de pena de morte da época.

O livro de Atos dos Apóstolos informa que, quando Estêvão foi apedrejado, suas vestes foram colocadas aos pés de Paulo de Tarso (Atos 7.58) “E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo”.

Após esse trágico episódio da morte de Estêvão, Paulo de Tarso assumiu uma posição bem mais destacada e importante referente à perseguição dos cristãos. Ele recebeu proeminente autoridade oficial para liderar todas as perseguições. Pelo que, na qualidade de membro do concílio do Sinédrio, ele dava o seu voto a favor da morte dos cristãos.

“O que também fiz em Jerusalém. E, havendo recebido autorização dos principais dos sacerdotes, encerrei muitos dos santos nas prisões; e quando os matavam eu dava o meu voto contra eles”. (Atos 26.10)

Características
Número de páginas 84
Edição 24 (2020)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Pastor Geovaldo Barroso

Geovaldo Barroso, bacharel em segurança pública, pastor evangélico, casado com a pastora Moza Barroso, vice-presidente da CC Cristã Terra Nova, Bacharel em Teologia, Faculdade Teológica Alfa e Ômega (FATAL-BA), líder da Escola Bíblica Teológica a Distância (EBTAD). Eusébio-CE-Brasil.

Mais publicações desse autor
Ver a lista completa
Impresso
R$ 33,46
Ebook
R$ 15,07
Impresso
R$ 34,78
Ebook
R$ 15,07
Impresso
R$ 37,42
Ebook
R$ 15,07
Impresso
R$ 35,44
Ebook
R$ 15,07
Impresso
R$ 36,59
Ebook
R$ 15,07
Impresso
R$ 32,96
Ebook
R$ 15,07
Impresso
R$ 35,69
Ebook
R$ 15,07
Impresso
R$ 34,12
Ebook
R$ 15,07
Impresso
R$ 36,51
Ebook
R$ 15,07
Impresso
R$ 37,58
Ebook
R$ 15,07
Impresso
R$ 34,78
Ebook
R$ 15,07
Comentários
0 comentários