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ACEITO
Sistemas de controle
em perspectiva democrática
Categorias
Ciências Humanas E Sociais, Direito, Administração
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Sinopse

A ideia de sistemas de controle ou controladorias não é inocente, uma vez que a simples mudança de orientação das relações de força do embate político podem instrumentalizar esses sistemas facilmente para a perseguição, a censura, a corrupção e mesmo para a prática seletiva da violência de Estado. Traçaremos aqui as condições de possibilidade de abertura da caixa-preta das controladorias para o controle popular democrático, sem o que uma nova cultura política não poderá vicejar. Ao longo dessas reflexões, nos acompanha a convicção de que se esses sistemas não se abrirem ao controle popular, continuaremos reféns de uma cultura autoritária. Por pertencerem a um Estado Democrático de Direito, os sistemas de controle interno devem partilhar, publicamente, o uso da razão democrática, momento em que o exercício da cidadania deixa de restringir-se ao voto e ao pagamento de tributos.

Características
Número de páginas 86
Edição 1 (2011)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Série Controle e República 1

Luís Sérgio Lopes, conhecido no meio acadêmico por Luis Satie, é Doutor em Filosofia e Ciências Sociais pela EHESS-Paris (onde também desenvolveu estudos pós-doutorais em Filosofia Política Normativa) e Doutor em Direito pela UFSC. Pesquisador do Grupo de pesquisa em Neokantismo e Filosofia contemporânea, vinculado ao CNPq/UFPB. Seus estudos sugerem um novo paradigma para o direito, a partir da estética. Sua teoria estética do direito resgata as filosofias da arte de Kant, Hegel e Adorno, das quais deduz um inventário de categorias utilizadas para a análise da forma jurídica, no mesmo ato de reinvenção da faculdade de julgar.

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Comentários
1 comentários
Adriano Fernandes Moreira
Quarta | 15.08.2018 às 11h08
Meu caro Luís Sérgio, está correto ao afirmar que a cidadania não deve restringir-se ao voto e tributos. Defendo a iniciativa de levar o Direito às escolas, ainda no ensino fundamental. Mostrando que é possível compreender a força política de todos, por meio: do projeto de lei de iniciativa popular, ação popular, terceiro setor (associações e fundações), ação civil pública, ação penal subsidiária da pública, prisão em flagrante, autotutelas, economia popular, blockchain...