Este não é um livro sobre estar certo.
É sobre perceber quando já não existe mais espaço para estar errado — ou para pensar.
A ideia nasceu de algo simples e incômodo: conversas que deixaram de ser conversas. Debates que já começam decididos. Pessoas que não escutam, apenas reagem. Ao longo dos anos, o autor começou a notar um padrão silencioso — não era falta de informação, nem de inteligência. Era outra coisa. Uma espécie de bloqueio coletivo, onde pensar deixou de ser uma busca… e passou a ser uma ameaça.
Inspirado pelas reflexões de Dietrich Bonhoeffer sobre a estupidez como fenômeno social, e atravessando conceitos do Tao e estratégias de combate do Wing Chun, este livro não tenta convencer ninguém. Ele faz algo mais perigoso: ensina a enxergar.
Aqui, você não encontrará argumentos para vencer as discussões. Vai encontrar ferramentas para reconhecer quando uma conversa já não é mais uma troca — e sim um combate invisível. E, principalmente, quando vale a pena não entrar nele.
“Sobreviver em tempos de estupidez” é um convite desconfortável: observar o mundo como ele é, identificar padrões que passam despercebidos e, acima de tudo, recuperar algo que está se tornando raro — a capacidade de pensar por conta própria.
Porque, no fim das contas, a pergunta não é quem está certo.
É quem ainda está pensando.
| Número de páginas | 248 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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