Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Informamos ainda que atualizamos nossa Política de Privacidade.
ACEITO
SUICÍDIO
repercussões da morte no sistema familiar
Categorias
Psicologia, Saúde E Fitness, Saúde Mental, Suicídio
Compartilhe este livro
Esta página foi vista 772 vezes desde 16/09/2018
Versão
impressa
R$ 32,04
Coloração
Valor total:
R$ 32,04
Versão
ebook
R$ 11,84
Disponível em:
PDF
Valor total:
R$ 32,04
Este livro pode estar à venda na:
Este ebook também pode estar à venda na:
Sinopse

No final do século XVIII a loucura começou a ser estudada, com isso, percebendo suas características psiquiátricas. Desse modo, considera-se que a doença mental são como alterações que se manifestam no organismo vivo, com isso modificando sua forma de agir.

Certos tipos de alterações, segundo E. Bleuler subtende-se que o termo suicídio fragmenta o pensamento e impede de certa forma o contato com o ambiente. Assim, fazendo com que esse tipo de aspecto torne a doença mental como doenças cerebrais, segundo Carl Wernicke. A doença mental pode vir a interromper a relação “indivíduo e sociedade” por conta da maneira de ser do doente como a anormalidade, irracionalidade e até mesma à doença. Para que essa irregularidade seja iluminada é necessário que se faça regras, normas, para que haja uma possibilidade de diversificações que dê valor a existência do ser.

Definir loucura é difícil por conta normalidade e anormalidade que tende a ser um complementando o outro. Se há normalidade, haverá anormalidade e assim vice-versa. A expressão pessoal do indivíduo revela sua natureza, bem assim sua loucura. O modo de se comunicar com a sociedade faz com que o observador acredite ou não a depender do que for ocorrido. Também, a cultura pode influenciar na realidade do paciente afetando a relação: normal-anormal, saúde-doença e sua própria existência coletiva. De acordo com o sentido relativista, o que é cultura para nós de forma positiva, para outros se torna algo desnecessário à concepção.

Desse modo, a loucura juntamente com o suicídio é o afastamento da norma através de manifestações psíquicas comportamentais e entre o indivíduo e a cultura. Seguindo esse contexto, quando o papel da família não está sendo corretamente

8

seguido, sempre haverá algum tipo de interrupção mental que fara o indivíduo sentir uma certa incapacidade de ser ou de agir em algumas situações, fragilizando-o física e mentalmente.

Segundo Erick Erikson, sustentava que o nosso ego tem a força da auto identidade, o senso do “eu”. O ego é o grande auxiliador para adaptarmos a diversos meios para tentar nos deixar em equilíbrio social e mental. Erikson também diz que é na adolescência em que o ego começa a ter seu formato, sendo ele positiva ou negativo.

Ligados ao ego temos: o corpo egóico que se refere sobre as experiências corporais em que podemos enxergar nosso físico como algo diferente do normal. O ego ideal representa a imagem que temos de nós mesmos, responsável pela satisfação ou insatisfação. E a identidade egóica é a imagem que temos de nós nos papéis sociais. Essas três fases podem mudar em qualquer estágio da vida. Erick Erikson também fala que o ego surge de acordo com

a sociedade que é modelada [...] o ego existe como um potencial no nascimento, mas deve surgir em um ambiente cultural [...] (FEIST, Jess. Teoria da personalidade. 2008, p.245).

Assim, o ego passaria pelo princípio epigenético que seria a evolução gradual da personalidade e as demais estruturas fisiológicas. Caso um dos oito estágios não fosse concluído positivamente ou negativamente o indivíduo passaria a não chegar em uma maturidade adequada, não atingindo o estado de equilíbrio entre seu ego e a sociedade. Para entender os oito estágios do desenvolvimento psicossocial, tem que entender que:

1º - O crescimento ocorre de acordo com o princípio epigenético;

2º - Em cada estágio da vida haverá um elemento sintônico (harmonioso) e distônico (destrutivo);

3º - Entre esses elementos, produz a qualidade do ego ou a força do ego, chamado de força básica;

4º - Pouca força básica produzirá alguma patologia central de algum dos estágios;

10

5º - Os aspectos psicossociais dos estágios também têm vista biológica no desenvolvimento humano;

6º - A personalidade não é modelada nos primeiros estágios, pois a identidade egóica é formada a partir dos conflitos e de eventos adquiridos pelos estágios;

7º - A partir da adolescência a personalidade começa se moldar.

Ótima leitura...

Características
ISBN 978-85-5697-534-8
Número de páginas 158
Edição 1 (2018)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Tipo de papel Offset 75g
Comentários
1 comentários
ArteSam
Segunda | 17.09.2018 às 16h09
Olá Rodrigues, tudo bem? Faço serviço de conversão epub, capa, solicitação de ISBN, providência de ficha catalográfica, revisão, book trailer, ilustrações, e outros... Caso tenha interesse, fale comigo. Meu site - www.sdmarini.com - e-mail: contato@sdmarini.com - página no facebook: www.facebook.com/artesambr