“Nasci nobre demais para ser propriedade” é o lema e o resumo deste ensaio de Thoreau. A uma só vez histórico e profético, este ensaio é uma denúncia viva e crescente de uma realidade da sociedade moderna: o crescimento exponencial do Estado sobre a vida humana, e ao mesmo tempo que a liberdade e todo o poder que provém da própria liberdade é retirado do homem e entregue a uma instituição impessoal e imposta como a suprema realidade do mundo.
Um ensaio em defesa da liberdade de consciência que soma e fala ao nosso presente mais do que a seu tempo. Escrito em 1849, é atualíssimo, na medida em que os problemas apontados por Thoreau tornaram-se maiores e mais hoje que àquele tempo. Uma leitura necessária para o despertar de sua força interior, o leitor encontrará aqui uma obra que vai de acordo com nossos valores e idealismos.
Por isso, a Nova Ágora, em defesa da liberdade e dos valores inegociáveis do homem, procura trazer esta obra às mãos do prezado leitor, para despertar os que dormem em berços esplêndidos, e uma vez despertos, fortalecidos para defender sua liberdade e a liberdade da pólis.
A Nova Ágora, por meio desta edição, entrega ao leitor uma arma para a defesa da liberdade de pensamento, da justiça, do razoável, de sua pólis.
| Número de páginas | 63 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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