Existe um momento silencioso da vida adulta em que tudo continua funcionando — carreira, rotina, responsabilidades, contas pagas — mas, internamente, algo já não encontra o mesmo lugar.
Em A Vida Que Não Era Minha, Fábio Souza conduz o leitor por uma reflexão profunda e extremamente atual sobre ansiedade, desempenho, dinheiro, espiritualidade, identidade e o peso invisível das expectativas. Não com o olhar de quem fala de teoria, mas de alguém que viveu a pressão de sustentar estruturas, alcançar estabilidade e, ainda assim, perceber que parte da própria vida estava sendo conduzida mais por obrigação do que por escolha consciente.
Ao longo do livro, o autor desmonta, com lucidez e maturidade, mecanismos silenciosos que moldam a vida de milhões de adultos: a necessidade constante de corresponder, a associação entre valor pessoal e produtividade, o medo da escassez, a culpa religiosa, a exaustão emocional e a dificuldade de distinguir responsabilidade de aprisionamento.
Sem fórmulas prontas, frases motivacionais vazias ou promessas de transformação instantânea, esta obra propõe algo mais raro: revisão consciente.
Com linguagem elegante, direta e profundamente humana, A Vida Que Não Era Minha é um convite para quem já construiu muito — mas começa a perceber que maturidade não é apenas suportar pressão. É ter coragem de perguntar, com honestidade:
“Essa vida que eu sustento ainda faz sentido para mim?”
Um livro sobre reconstrução silenciosa, autonomia emocional e a difícil
| Número de páginas | 86 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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