Durante anos, a segurança do trabalho foi tratada como problema de pessoas: o trabalhador desatento, o operador imprudente, o técnico que não fiscalizou. Este livro propõe uma ruptura com essa visão.
A partir da experiência direta em uma indústria de processamento de tabaco no Sul do Brasil, a autora acompanhou a implementação de um Sistema de Trabalho Integrado (IWS) e observou o que raramente aparece nos manuais: o momento em que um operador para de pensar "não é meu problema" e começa a pensar "se não for de ninguém, é meu". Essa transformação não veio de treinamentos ou campanhas motivacionais. Veio da reorganização do trabalho.
Partindo de James Reason, Sidney Dekker, Karl Weick e de décadas de pesquisa em cultura organizacional, o livro sustenta que a percepção de risco não é um atributo individual — é uma construção coletiva moldada pela estrutura em que as pessoas trabalham. Ferramentas como CIL, BOS, Safety Trigger e Diálogo Diário de Segurança só produzem cultura quando estão ancoradas em liderança real e em um sistema que torna o risco visível, reportável e respondido.
Técnico mas acessível, crítico mas propositivo, este é um livro para quem acredita que segurança de alto desempenho não se conquista com mais normas — e sim com melhores sistemas.
| ISBN | 9786501986494 |
| Número de páginas | 186 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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