Em Atrações de Deambulação: Parque de Diversões, o parque é compreendido como um espaço de construção individual da experiência. O visitante não percorre um trajeto previamente determinado, mas realiza escolhas constantes que definem seu próprio percurso e, consequentemente, o significado de sua vivência.
A obra discute a centralidade da individualidade no contexto contemporâneo do entretenimento, evidenciando a transição de modelos passivos para experiências ativas e participativas. Nesse cenário, atrações como escape rooms, percursos imersivos e ambientes interativos assumem papel fundamental ao estimular a tomada de decisão, a resolução de problemas e o engajamento direto do público.
A deambulação deixa de ser apenas deslocamento físico e passa a configurar um processo cognitivo e sensorial. Cada escolha implica uma narrativa distinta, reforçando a ideia de que não há uma experiência única, mas múltiplas possibilidades construídas a partir da interação entre sujeito e espaço.
Ao abordar tendências atuais no setor de lazer, o livro analisa como a personalização, a interatividade e a autonomia do visitante vêm redefinindo o conceito de parque de diversões. Nesse contexto, caminhar torna-se um ato significativo, no qual o indivíduo não apenas se desloca, mas interpreta, decide e produz sua própria experiência.
| Número de páginas | 75 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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