A maioria das sucessões familiares não falha por falta de estrutura.
Falha porque aquilo que sustenta as decisões nunca foi estruturado.
Empresas organizam patrimônio, definem regras, constroem governança. Contratam advogados, estruturam holdings, formalizam acordos societários. Ainda assim, ao longo do tempo, decisões deixam de ser evidentes. Critérios passam a ser interpretados. E o que parecia alinhado começa a se fragmentar.
O problema não está no que foi construído. Está no que nunca foi estruturado.
Existe uma lógica que sustenta as decisões de um sistema familiar. Enquanto concentrada na figura do fundador, ela funciona — sem precisar ser explicada. Quando se distribui entre múltiplos agentes e gerações, passa a depender de leitura. E leituras divergentes, ao longo do tempo, produzem rupturas que nenhum contrato consegue evitar.
É nesse ponto que a continuidade deixa de ser um sistema — e passa a ser uma tentativa.
Governança Narrativa apresenta a dimensão invisível que conecta patrimônio, direito e decisão. Uma camada estrutural que não substitui as existentes, mas define se elas serão suficientes ao longo do tempo.
Este não é um livro sobre sucessão. É um livro sobre o que sustenta decisões quando ela começa.
Cris Breves é Arquiteta de Legados e criadora da metodologia Governança Narrativa.
| ISBN | 9786502258880 |
| Número de páginas | 188 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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