Maria entra na história não como quem ocupa o centro do palco, mas como quem compreende o funcionamento profundo dos processos. Nada nela é improviso vazio; tudo é escuta, discernimento, decisão e fidelidade ao que foi assumido. Ao longo dos Evangelhos, Maria aparece poucas vezes, mas cada uma de suas aparições carrega densidade suficiente para atravessar séculos. Sua presença é discreta, porém estrutural. Como nas melhores organizações, ela não se impõe pelo discurso, mas pela capacidade de sustentar a missão quando tudo ainda é frágil, incerto e invisível.
| Número de páginas | 54 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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