O brilho do sol
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Não Ficção
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Sinopse

A quimera do personagem, não era uma fera com cabeça de leão, corpo de cabra e rabo de dragão. Em seu sonho quimérico, casualmente ele teria deparado com uma dessas lâmpadas “mágicas”, que com o calor do toque das mãos ao ser esfregada, libertaria um gênio, e este o concederia três pedidos, que por mais absurdos que pudesse parecer, não haveria de ser uma surpresa, nem grande problema para um ser dotado de poderes mágicos.

Naquele momento sentia uma vontade irresistível de deparar-se com a criatura imaginária, o ser mágico, e esse lhe concedesse os pedidos aos quais teria direito, por ter sido o seu libertador. Na realidade já havia pensado nesse gênio, com a intenção precípua de lhe pedir um retrocesso no tempo, e retroagir há épocas distintas de sua vida. E ali pensando retroagiu e viveu a magia como se tivesse existido a possibilidade de ser atendido pelo gênio.

Estava levando sua vida meio sossegada, sem querer plagiar a Rita Lee. Estava cansado de sombra e água fresca, como não tinha pai para dizer: “filho, você é ovelha negra da família", ou que era hora de assumir qualquer coisa, ele pensava no agito que era a sua vida na infância, e uma coisa não lhe saía da cabeça: queria retornar àqueles tempos excitantes, e de total incerteza.

Já fazia algum tempo andava pensativo, meio alheio aos acontecimentos e desejoso de retroagir no tempo. Quem sabe seria o peso da idade, o cansaço, a falta do ímpeto juvenil. De fato ele procurava um jeito, uma maneira de se transportar aos tempos de luta que lhe impulsionava a alcançar objetivos.

A idéia era retroagir literalmente, reviver um determinado período da vida, com a mesma intensidade e os mesmos riscos, reviver as mesmas experiências, as mesmas emoções, sentindo as mesmas dores, chorar as mesmas lágrimas sentindo as mesmas angústias e as mesmas alegrias.

Características
Número de páginas 86
Edição 1 (2011)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g

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Fale com o autor
Alcir Ramos

Minha formação acadêmica é em ciências contábeis, nos últimos vinte anos anteriores à aposentadoria, trabalhei em uma grande empresa de mineração envolvido com pesquisas minerais, mais precisamente com direitos minerários. Tive anteriormente a incumbência de supervisionar alguns contratos de royalties de cassiterita, onde a principal interessada era a Mineradora Paranapanema, que mantinha seus interesses de arrendamento voltados para as áreas das jazidas de São Félix do Xingu.

Hoje aposentado dedico boa parte do meu tempo à família e a dois robes aos quais me dedico. Por ter bastante habilidade manual, direciono este dom a pratica de trabalhos de marcenaria. Outro robe está direcionado a criação. Apesar de ter sido produtor rural por alguns anos, refiro-me a criação através da escrita, ao me aventurar por esta área, já escrevi vários poemas, contos e até me dispus á escrever algumas histórias criando alguns livros. Apesar de não dominar nenhum idioma, nem mesmo o português, vou utilizando o meu linguajar baseado no português trivial banal. Costumo fazer um paralelo entre um atleta velocista e eu escritor. Sei que não alcançarei a sua velocidade, entretanto continuo caminhando. Sei que quem espera nunca alcança e para isso é preciso correr e correr à frente.

O prazer de escrever é impar, nos permite transcender, levando-nos a um mundo só nosso, onde sem querer blasfemar, nos tornamos o todo poderoso e com poderes infinitos. Ao criar um personagem lhes damos a vida, da qual somos responsáveis inclusive pelo desenvolvimento do seu caráter, e se em algum momento temos que interromper a trajetória de vida de uma criatura, é inevitável o sentimento de perda do criador.

Por falar em sentimento eu não poderia deixar de registrar o amor incondicional e despretensioso que tenho pela minha mulher e meus filhos, os quais tenho na mais elevada estima e consideração.

Aqui vai uma dica para você que pretende ser muito amado(a), ame pura e simplesmente os seus semelhantes, entretanto não deixe de amar ainda um pouco mais a si próprio, sem chegar ao narcisismo, porém deve ama-se bastante, para quando ouvir dizer que te amam, tenhas a possibilidade de mensurar o quanto realmente és amado(a).

Se pretenderes realmente ser amado(a) tenha em mente que é imprescindível que sejas amável incondicionalmente.

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