Na sombra de uma floresta silenciosa, uma borboleta frágil encontrou uma forma de sobreviver em um mundo onde apenas os predadores eram respeitados.
Ao abrir as asas, seus padrões se tornaram olhos.
Sua presença se tornou ameaça.
Sua fragilidade… desapareceu.
Os outros animais não viram uma borboleta. Viram um predador.
E assim, sem força, sem garras e sem voz, ela dominou pelo medo, não por aquilo que era, mas por aquilo que parecia ser.
Em O Jogo da Manipulação, Alexandre Santana Pereira parte dessa imagem para nomear o que muitos sentem e poucos articulam: como narrativas, medos e hierarquias decidem quem é ouvido, quem é creditado e quem permanece invisível. Longe de fórmulas de sucesso ou persuasão, este livro, agora em segunda edição ampliada, é um convite à lucidez.
Porque, no fim, não é a verdade que controla o mundo.
É a interpretação dela.
| Número de páginas | 149 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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