Em um mundo onde a indiferença é confundida com maturidade, por que paramos de sentir o que poderia nos salvar?
Em O Paradoxo do Anestesiado, Douglas Santos expõe a condição mais perigosa da alma moderna: a insensibilidade. Não é uma queda repentina, é um processo silencioso.
Você segue respirando, trabalhando e vivendo, enquanto, por dentro, algo vital morre sem alarde: a capacidade de reagir à verdade. Com uma escrita firme que une teologia, filosofia existencial e psicologia bíblica, o autor revela como a cultura do prazer imediato e a distração digital funcionam como um algoritmo analgésico. Não curam a raiz, apenas silenciam o sintoma.
Assim, a culpa que deveria conduzir ao arrependimento vira ruído abafado — até que a consciência se cale por completo. Este não é um livro de autoajuda. É um diagnóstico. Um chamado. Uma cirurgia. Ele confronta o endurecimento do coração, desmonta a fé sem pulso e aponta o caminho da revascularização do espírito pela Graça.
Para quem se sente espiritualmente desligado, exausto do automatismo ou sufocado pela apatia que se disfarça de paz, esta leitura é urgente.
Enquanto há pulso, há retorno.
“O anestesiado não precisa de mais consolo; ele precisa de mais realidade.” — Douglas Santos
| ISBN | 9798250052948 |
| Número de páginas | 107 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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