Há um momento em que a pressa deixa de ser caminho — e vira desgaste. Quando tudo acelera, o essencial se perde: a forma, o ritmo, o cuidado, o sentido.
Em Sinfonia do Limite, Giovanni Beviláqua compõe um ensaio em forma de música: um Prelúdio e movimentos que atravessam economia, filosofia, psicanálise e ecologia para defender uma ideia simples e exigente — o limite não é derrota; é condição de possibilidade. É ele que dá contorno ao desejo, sustenta a vida em comum e impede que desenvolvimento vire apenas corrida.
Ao longo da leitura, você encontrará:
- a crítica ao mundo exausto da aceleração e da produtividade infinita;
- o limite como forma, medida e liberdade concreta;
- o “trabalho do negativo” como construção interior e maturação;
- a economia como arte de escolher, priorizar e cuidar;
- a ecologia do vivo e os ritmos que não se negociam;
- os pequenos negócios como “pequenos mundos”: ecologias humanas onde o país se reinventa.
No final, fica uma pergunta que não se resolve com fórmulas: que tipo de futuro é possível quando aceitamos o limite — e, com ele, uma esperança mais lúcida?
| Número de páginas | 68 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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