Há momentos na história em que a verdade parece silenciosa, em que a fé parece cansada e o clamor do mundo se torna tão alto que quase abafa o som da esperança. Mas, mesmo nesses dias, há uma chama que se recusa a apagar. Uma luz que insiste em permanecer acesa, apesar das tempestades, das estruturas que caem e das vozes que se levantam contra ela. Essa luz é a Palavra de Deus. Uma Palavra viva, eterna, inviolável, que atravessa séculos, impérios e gerações sem nunca perder seu brilho, sua autoridade ou sua força transformadora. Ela não depende da aceitação humana para ser verdadeira. Ela é verdade por natureza, essência e origem.
Vivemos em um tempo de muitas vozes, muitas certezas frágeis, muitas opiniões instantâneas que brilham como faíscas, mas se apagam antes de tocar o chão. A era da informação se tornou a era da confusão. O que é absoluto foi relativizado, o que é sagrado foi banalizado, e o que era motivo de reverência passou a ser motivo de debate superficial. É um tempo em que o homem se considera senhor de tudo, mas não consegue governar a si mesmo; em que se fala muito sobre liberdade, mas poucos sabem o que significa ser verdadeiramente livre.
Nesse contexto, a fé reformada não é um monumento preservado em museus teológicos. Ela não é uma lembrança dourada de um passado brilhante. A fé reformada é um chamado vivo, ardente e atual. É um convite para voltar ao centro, para deixar de lado os excessos religiosos, as invenções humanas e as tradições.
| Número de páginas | 286 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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