Há filosofias que buscam consolar o homem, e há aquelas que o desnudam. O Tragicalismo pertence à segunda estirpe. Ele não pretende curar a ferida, mas compreender sua anatomia. Não oferece fuga, mas um espelho. E nesse espelho, o homem vê-se pela primeira vez sem maquiagem metafísica: finito, dividido, vacilante — e, paradoxalmente, digno por isso mesmo.
O Paradoxalismo Perpétuo descreve o universo: um campo de tensões irresolúveis, em que todo equilíbrio é aparência e toda forma é instante. O Tragicalismo descreve o homem dentro desse universo: o ser que compreende o paradoxo e, ao compreendê-lo, sofre. Ele é o eco consciente da estrutura paradoxal do real — a repercussão ontológica da contradição no interior da carne.
| Número de páginas | 172 |
| Edição | 1 (2025) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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