A primeira edição de A Arquitetônica do Sentido expôs a Continuidade de Sentido como sistema a partir de quatro volumes: Habitar o Tempo, O Eclipse do Interior, O Hiato entre o Logos e o Bios e a própria reflexão arquitetônica que os ordenava. Desde então, o corpus cresceu. Vieram O Elefante e o Silogismo, que deu à categoria um chão gnosiológico; A Balança e o Nome, que lhe deu uma patologia semântico-moral; A História tem Múltiplas Camadas, que lhe deu uma estratigrafia; A Segunda Crise dos Fundamentos, que lhe deu uma epistemologia; O Longo Crepúsculo Institucional Brasileiro, que lhe deu um caso nacional de longa duração. O edifício que a planta descrevia tinha quatro volumes; o que está de pé tem onze.
Em estudo crítico recente, dedicado a perguntar se esse corpus forma de fato um sistema filosófico, concluiu que sim, mas que se trata de um sistema aberto em constituição, e enumerou sete tarefas pelas quais ele poderia completar-se sem se fechar: fixar a sua linguagem, aprofundar o seu fundamento, separar sentido de persistência, enfrentar os filósofos da descontinuidade, disciplinar as suas aplicações, harmonizar as suas partes e dar-se uma exposição segundo a ordem das razões. Esta segunda edição é a tentativa de cumprir as sete de uma vez, porque a sétima contém as outras seis: expor segundo a ordem das razões é, precisamente, dizer uma só vez o que as coisas são e deixar que o resto se derive. Três decisões orientam o livro e convém declará-las desde o início.
| Número de páginas | 119 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 115g |
| Idioma | Português |
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